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Arquivo da categoria ‘GESTÃO DE PESSOAS’

Laranja podre 1 : O folgado! / Laranja podre 2 : O fofoqueiro

Vejam as matérias de Veruska Donato, Reporter da TV Globo, sobre a entrevista de Dieter Kelber, Presidente Executivo do INSADI, Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual, www.insadi.org.br , no Jornal Hoje, abordando o tema do comportamento do folgado e do fofoqueiro dentro das empresas.

Blog de Veruska Donato
http://trabalhoecarreira.blogspot.com/

INSADI TEAM

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FACETAS DA EDUCAÇÃO

Por Harald Hellmuth

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O assunto educação me faz lembrar uma metáfora de Ortega: De um brilhante só podemos ver sem deformação uma faceta de cada vez, outras estarão sempre deformadas e a maioria não está nem sequer visível. Educação é um assunto sempre atual e sempre desconcertante. Educação e sistemas de educação não saem da “ordem do dia”, da agenda da discussão pública.

A faceta mais fácil de perceber é o da alfabetização. Um cidadão analfabeto, com raras exceções está condenado a um tipo velado de escravidão. Não terá aptidões para um trabalho que lhe propicie uma vida com bom nível de conforto. A revolução industrial e o estado correspondente exigiram a alfabetização. Mas a capacidade de ler e escrever só já não são suficientes para o progresso individual e familiar. Por isso insisto que os funcionários do condomínio terminem o segundo grau: Quando eu fui síndico consegui motivar dois, apoiando um com uma bolsa; agora conseguimos mobilizar um terceiro. Há os casos de reticência por conta de falta de auto-confiança. A rigor já temos nesta primeira abordagem mais de uma faceta. Faz pouco tempo concordei com uma senhora participante do âmbito mais extenso da família quando ele afirmou, referindo-se aos filhos casados, que a educação nunca termina. A família evidentemente é uma faceta da educação com ligações a muitas outras, inclusive a da educação - ou liderança - pelo exemplo.

Qual é o objetivo da educação? Trata-se de uma questão milenar. Envolve capacitação e comportamento. Não faltaram as tentativas de bitolar os comportamentos, supostamente para garantir a coesão da sociedade. Religiões serviram para este objetivo; o ser invisível que tudo vê e castiga foi uma invenção genial. Durante centenas de gerações cabeças lumimosas e outras torturadas se esforçaram paro “comprovar” a sua existência. Alguma culturas se fundamentaram em preceitos da experiência de comportamentos necessários percebidos por cidadãos clarividentes: Os filósofos gregos e Confúcio são exemplos. Felipe contratou Aristóteles para educar Alexandre, pagando com a libertação da cidade natal do mestre.

Educação sempre teve valor e preço. E também resultados: Alexandre construiu a biblioteca de Alexandria, mais tarde queimada por ordem de cristãos romanos. Conhecimento no domínio do povo, ou de externos a círculos de poder, de longa data foi considerado perigoso. O enciclopedista Diderot também foi reprimido. Mas o ser humano sempre continua guloso por uma “mordida na maçã do conhecimento”, como expressa uma das metáforas fundadoras da cultura ocidental………e sempre que morde se percebe depois mais perturbado ainda. Freud andou redescobrindo o que a mitologia grega já expressava, dando se conta a sua educação….modelar da burguesia culta de sua época….era a causadora de histeria. Galileu, Copérnico, Darwin e Newton são exemplos do aprendizado pelo próprio cidadão através da observação ingênua. De certa forma os citados se auto-educaram. Eu disse aos meus filhos que eles têm o caminho da continuação de sua educação em suas próprias mãos. Parece contradizer algumas observações anteriores; fato é que um brilhante tem faces opostas, necessárias para compor o brilhante.

A pergunta sobre os objetivos da educação não está respondida com clareza ainda. Uma resposta parcial está na capacitação para a continuação da própria educação, num processo de aperfeiçoamento contínuo. Como a capacitação é fundamentada em conhecimento, a acumulação de conhecimentos é uma parte indispensável do processo de educação….que em princípio não tem fim. Habilidades e treinamento perfazem uma outra parte. Sem esta componente não há desempenho. Isto vale tanto na área militar, como nos esportes e na produção. De longa data sabe-se que o desempenho resulta da composição de capacitação com comportamento; a própria capacitação é função de comportamento. Por esta razão características comportamentais estão presentes nos programas de ‘treinamento” das organizações. Os comportamentos se referem à percepção da validade das ações, respondem à questão “Como?” e envolvem dever e as instituições - os “não pode” - informais e formais. E para que toda esta trama serve? Se destina à sobrevivência do cidadão, das organizações, da sociedade e, segundo a percepção mais recente, da humanidade, através do esforço de sobrevivência de cada um.

Esta resposta corresponde a uma visão liberal da condição humana, que dá crédito ao cidadão por procurar
por contribuições construtivas reconhecendo a recíproca dependência no contexto em que vive, ou seja, de que o cidadão age percebendo Responsabilidade. A visão oposta à visão liberal é a visão dogmática. A experiência histórica tem demonstrado que resulta em desempenhos inferiores, quando não tem conseqüências catastróficas.

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Programa de Multiplicadores

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PROGRAMA DE MULTIPLICADORES

Márcio Zenker

Foco: Discutir práticas modernas utilizadas pelas organizações para disseminar conhecimentos e aumentar a adesão a campanhas internas.

Aplicabilidade: produtividade, qualidade, inovação, higiene e segurança, saúde, atendimento, qualidade de vida no trabalho e outros

Uma das constatações das últimas décadas é a de que as áreas da organização devem trabalhar de forma integrada umas com as outras e a comunicação deve fluir entre os níveis hierárquicos. Organizações em que as áreas lembrando feudos ou ilhas, estão com dificuldades de adequar-se às demandas de mercado e perdem tempo, dinheiro, fornecedores, clientes e funcionários.

Um dos quesitos da época atual é que cada funcionário precisa ser competente na sua função e ao mesmo tempo realizar seu trabalho alinhado com os objetivos da empresa, produtividade, qualidade, segurança, orientação para clientes internos e externos e outros.

Uma das estratégias utilizadas para viabilizar a cooperação interna e a interação funcionário-organização é a capacitação de multiplicadores. Para isso, treinam funcionários voluntários para serem orientadores locais. Isso se aplica à Segurança. É comum profissionais de Segurança, Higiene e Saúde estarem juntos com os profissionais de Treinamento e Desenvolvimento em projetos, programas, campanhas ou atividades. Nessa parceria interna, há um complemento de competências técnicas, de gestão e humanas que aumentam a probabilidade de conquista de resultados.

Outra prática é a de que a área de Segurança do Trabalho, ao invés de atuar diretamente apenas com os colaborados no campo de acidentes e higiene, passa a contar com multiplicadores locais.
Esses multiplicadores podem ser, por exemplo, os supervisores das áreas da organização ou profissionais voluntários que são ou não gestores.
O multiplicador serve como um canal de comunicação entre a área de Segurança e as várias áreas de organização. Áreas essas que podem ser administrativas, industriais ou outras.
É bem-vinda a elaboração, realização, acompanhamento e avaliação conjunta do Programa de Multiplicadores entre a área de Segurança e a de Treinamento e Desenvolvimento. Dependendo do porte da empresa e de outros motivos, essa proposta pode ser inviável por não contar com um profissional de Recursos Humanos (Treinamento).

Os multiplicadores recebem treinamento sobre seu papel, formas de atuação e resultados esperados com o programa. Os multiplicadores continuam exercendo suas funções normalmente, ou seja, são profissionais que além de atuarem nas posições pelas quais foram contratados, também, exercem essa função complementar. Os multiplicadores observam o ambiente de trabalho sob a ótica das condições e atos inseguros. Orientam as pessoas que trabalham naquela área independente de serem seus colegas ou superior. Mantém a área de segurança informada sobre incidentes críticos e outras atividades.

A importância da colaboração interna entre áreas e níveis nos quesitos relacionamento, comunicação, motivação, liderança e outros evidencia o quanto os profissionais das organizações estão se tornando gestores de pessoas não só com suas equipes mas como apoiadores de indicadores organizacionais como produtividade, qualidade, higiene e segurança, saúde, atendimento, contribuindo para os resultados com satisfação dos envolvidos.

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A EXPERIÊNCIA COMO FATOR DE DECISÃO NA CONTRATAÇÃO DE UM PROFISSIONAL NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

A pessoa desenvolve habilidades quando se empenha integralmente em adquirir conhecimentos. Em outras palavras, aprendem fazendo.A experiência pessoal vai além da acadêmica que também é importante mas insuficiente da resolução imediata de algumas situações, sejam pessoais ou profissionais.

Ela pode ser um professor rigoroso, exigente, às vezes, impiedoso, mas é muito evidente que aprender pela experiência constitui o método mais significativo e durável de aprendizado. È por isto que as pessoas nunca esquecem quando aplicam “principio do fogo” :uma coisa é saber que o fogo queima, outra é experimentar seu calor! Você pode por a mão no fogo uma vez, mas será que colocará uma segunda? Por quando tempo a lembrança da experiência permanecerá vivida em sua mente, até que um lembrete doloroso seja necessário para recolocação da direção certa?

O mercado de trabalho no passado poderia ainda ter uma certa restrição aos profissionais acima de 40 anos, pois nas décadas de 70 e 80 as pessoas não tinham uma grande consciência sobre a própria saúde, formação acadêmica e as vezes as pessoas nesta idade já apresentavam problemas de saúde, exaustão e redução da capacidade de trabalho.

Porém atualmente as pessoas estão muito atentas à saúde e qualidade de vida e temos muitas pessoas acima de 40 anos que estão totalmente em forma sob os âmbitos: familiar, acadêmico, maturidade pessoal e profissional . Para aqueles profissionais que estão dispostos a quebrar paradigmas e que se atualizam, o mercado é promissor .E quem ganha com isto são as empresas que precisam de pessoal experiente, porque muitas vezes não há tempo a perder.

Contribuição de José Zulmar Lopes

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Melhores Práticas de Gestão de Pessoas I

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MELHORES PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS - I

Márcio Zenker
INSADI

Gestão de Pessoas significa saber influenciar pessoas para atingirem resultados com satisfação dos envolvidos.
Essa influência pode ocorrer individualmente, em equipe ou
coletivamente.
Um profissional, gestor ou líder é o agente que exerce influência sobre outros em sua área de trabalho e/ou na organização como um todo.
Vários processos de natureza humana estão envolvidos no ato de influenciar: liderança, equipe, motivação, comunicação, relacionamento interpessoal, conflitos, tomada de decisão, negociação, criatividade e outros.
Outros fatores, também, interferem quando lidamos com pessoas: mercado, fornecedores, clientes, estrutura organizacional, sistemas de trabalho, segmento em que a organização atua, cultura, planejamento e outros. As organizações que possuem diretrizes, normas e procedimentos definidos tornam o território mais claro quanto ao que fazer e como fazer diferente de outra em que há sobreposição de funções, indefinição de objetivos dificultando uma boa administração de pessoas.
É cada vez mais comum as organizações possuírem projetos, programas e campanhas exigindo, dos profissionais envolvidos direta e indiretamente, competências para saberem lidar com pessoas nas várias fases desse percurso. É comum a resistência a mudanças diante do novo, o que implica em saber preparar as pessoas para transições.
Diante dos desafios apontados acima, cresce a importância de se conhecer ou criar um conjunto de práticas para usá-las na condução de pessoas, orientado para resultados e com satisfação dos envolvidos.
Alguns exemplos :
• Se você explica algo para alguém e, em seguida, pergunta “ Você poderia me falar o que entendeu para eu me certificar de que me expressei bem?” você está usando uma técnica chamada exposição e feedback (retorno) para garantir a compreensão da mensagem.
• Se você e outros profissionais estão envolvidos na comunicação de um programa de qualidade de vida e preocupam-se com as diversas formas de comunicação como, por exemplo, a linguagem visual de cartazes, das comunicações no mural de avisos, das apresentações em reuniões ou treinamento com os envolvidos, isso significa o uso de técnicas para facilitar a compreensão, envolvimento e adesão dos funcionários ao programa.
• Quando um profissional ou grupo de profissionais seleciona membros de várias áreas da organização, orienta essas pessoas a serem multiplicadores locais de um programa organizacional e faz com que essas pessoas sejam canais de comunicação entre a base da organização e os gestores, isso é uma prática de organizar e influenciar pessoas coletivamente.
Melhores práticas, portanto, dizem respeito a formas mais adequadas, atuais e envolventes de organizar e mobilizar pessoas na perspectiva da qualidade, produtividade, inovação e outros indicadores importantes da organização.

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COMO OBTER O MÁXIMO DE SEU POTENCIAL

Dieter Kelber - kelber

Não são poucos os momentos de nossa vida nos quais nos confrontamos com a seguinte pergunta: “será que vou conseguir?” E, quando tentamos, vamos nos confrontar com vitórias e derrotas com as mais diferentes magnitudes. Mas, uma coisa fica sempre na nossa lembrança, tudo aquilo que fazemos porque gostamos, nos parece mais fácil. Assim, fica a primeira e grande lição: para obter o máximo de nosso potencial devemos fazer e nos dedicar às atividades que gostamos e que sentimos como motivações internas inerentes a nossa personalidade.

Uma segunda dica é praticar para desenvolver ao máximo possível as melhores habilidades que possuirmos. Por exemplo, se tenho uma grande vocação para escrever, devo escrever diariamente, mesmo que no momento não tenha uma aplicação específica para a essa habilidade. Nós temos que estar prontos para quando surgir a oportunidade poder alcançar o sucesso que esperamos. As nossas habilidades só se destacam quando as treinamos constantemente.

E, finalmente, é preciso, deixar que as pessoas conheçam o potencial que temos. De nada adianta eu ser um exímio jogador de futebol se ninguém sabe disso. Quantos Robinhos não existirão “escondidos” em todas as partes do mundo, jogando em times de várzea como ilustres desconhecidos? Quanto mais conhecidos formos mais oportunidades surgirão. Resumindo, fazer o que gostamos, praticar e divulgar o que sabemos fazer bem são as componentes fundamentais para obtermos o máximo de nosso potencial.

Abraços
Dieter

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