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O 2. CONGRESSO INTERNACIONAL DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS - BPM ESTÁ CHEGANDO
O 2. Congresso Internacional de Gestão de Processos de Negócios está chegando. Teremos palestras, como sempre, muito interessantes. Entre elas a de Phil Gilbert Presidente da Lombardi, empresa consagrada de BPM e citada no quadrante de elite do Gartner. Vários cases sensacionais de empresas brasileiras sobre a implementação de BPM e a mais recente pesquisa de implementação de BPM no Brasil.
Veja toda a programação em:
http://www.businessprocessday.com.br/bpd2009.1/programa.aspx .
Se você quer ser um Lidestor não pode perder este evento. Ligue para 3250 0505 e veja o que podemos fazer para você participar.
Até lá e uma boa semana
Dieter Kelber
Presidente Executivo
INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
PROCESSOS INTELIGENTES, DESPERDÍCIO QUASE ZERO.
- Desenvolvida pela Toyota, a Gestão Lean valoriza os clientes, reduz custos e pode ser aplicada por empresas de todos os tamanhos;
- Sistema parte da criação de fluxos contínuos e sistemas otimizados, com base na demanda real dos clientes;
- Workshop Como eliminar desperdícios dos processos ocorre em São Paulo e Brasília, nos meses de setembro e outubro, respectivamente;
Setembro de 2009 – No final da década de 1980, a Toyota era apenas mais uma montadora, longe de figurar na lista das 10 maiores companhias do mundo. Silenciosos, organizados e pacientes, os japoneses começaram a virar o jogo ao criarem um modelo gerencial, a Gestão Lean, que ao mesmo tempo valoriza os clientes e reduz os custos de produção.
“Com base na demanda real de produção e na elaboração de processos internos que reduzam custos e desperdícios, a Gestão Lean dá prioridade total ao cliente e pode ser aplicado por empresas de todos os tamanhos e segmentos”, afirma Viviane Salyna, diretora de Gestão de Alta Performance, do Insadi – Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (www.insadi.org.br). “A diversidade concorrencial e as rápidas mudanças globais exigem cada vez mais precisão no cumprimento de prazos. Para não serem engolidas pelo mercado, as organizações devem estar atualizadas sobre as práticas que envolvam a cria&ccedi l;ão de fluxos contínuos e adotar soluções que atendam às reais demandas dos clientes”, diz.
Para mostrar as aplicações da Gestão Lean, em todas as áreas, além da de manufatura, o Insadi promove o workshop Como eliminar desperdícios em processos, em São Paulo (15 e 16 de setembro) e em Brasília (20 e 21 de outubro). Neles, são apresentados casos práticos e abordados temas como mapeamento dos fluxos de valor, aplicação das principais ferramentas para melhoria de processos, apuração de resultados e diferenças entre fluxos operacionais, administrativos e serviços, entre outros.
Interatividade - Os participantes terão a oportunidade de realizar exercícios individuais e em grupo para aumentar a assimilação dos conceitos apresentados.
SERVIÇO
Workshop Como eliminar desperdícios em processos
São Paulo/SP
Datas: 15 e 16 de setembro.
Horário: 8h30 às 17h30.
Local: Rua Bela Cintra, 478, Bairro Consolação.
Brasília/DF
Datas: 20 e 21 de outubro.
Horário: 9h às 18h.
Local: Setor Comercial Norte, Quadra 2, Bloco A, 1º andar
Informações e inscrições: (11) 3259-0505 ou eventos@insadi.org.br.
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Sobre o Insadi (www.insadi.org.br)
Fundado em 2001, o Insadi – Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual é pioneiro e líder na divulgação e disseminação da Gestão de Processos no Brasil. Com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF), a entidade realiza treinamentos e programas de desenvolvimento, por meio da unidade Business Process School. A Insadi Consultoria coordena e promove as atividades do Fórum Brasileiro de Processos (FBP – www.fbp.org.br) e organiza o evento anual Business Process Day (www.businessprocessday.com.br). Já a terceira unidade, a Human Excellence, promove trabalhos na área comportamental, com a aplicação da metodologia Treinamento Ativo Reflexivo (TAR), para desenvolver o alinhamento entre as competências técnicas e de atitude, equiparando processos e pessoas.
Para o Presidente Executivo do instituto, Dieter Kelber, criador do conceito Lidestor, o principal propósito do Insadi é mostrar que a Gestão de Processos não se restringe à tecnologia. “O contrário, como o próprio nome diz, ela envolve processos de negócios e abrange todas as áreas envolvidas com o atendimento às necessidades dos clientes: marketing, vendas, RH, logística, finanças etc.”
Sem comentários »AQUI JAZ UMAEMPRESA
O que leva uma empresa a iniciar as atividades? Um desejo intenso de uma pessoa? A reunião de dois, três ou quatro amigos idealistas, empreendedores ou não, decididos a colocar ideias e criatividade em prática e resolvem iniciar a caminhada pelo “mundão empresarial”.
Nos sonhos, os novos empresários acreditam na recuperação do capital investido em dois anos, ou menos, e vislumbram um panorama otimista para os próximos 10 ou 15 anos, algo como tornar-se uma multinacional ou, então, a chegada de algum megainvestidor antenado e alinhado com os objetivos que deram vida àquela organização.
Na prática, a realidade é outra. É claro que o esforço, a tenacidade e, principalmente, a paixão marcam o início de toda organização vencedora. Entretanto, o tempo de vida dela será determinado por fatores como visão, valores e, de forma pragmática, a gestão. Se estes três elementos estiverem (e se mantiverem) alinhados ao longo do tempo com a ideologia central, esta corporação estará apta a fazer parte do seleto e cada vez menor rol das “empresas centenárias.”
Os últimos sobressaltos do mercado, caracterizados como crise, mostraram o verdadeiro papel da gestão empresarial para a sobrevivência das empresas. E quando falo em “gestão”, quero dizer a combinação prática do binômio TI e pessoas. A organização só é sustentável a partir do momento em que consegue conciliar estes dois termos. Agora, imagino os mais apressados e incautos inquietos e ávidos por me perguntar “mas o foco no cliente não é a razão de tudo?” Também sou partidário desta tese! Porém, se o gerenciamento for ineficiente, o foco no cliente fica à deriva.
Metodologias para lá de conhecidas como BSC (Balanced Scorecard), BPM (Modelagem de Processos de Negócios, na sigla em inglês), Lean (sistema percussor do Toyotismo) e Seis Sigma são fundamentais para que as empresas possam conduzir pessoas e tecnologias de forma harmônica, com produtos focados inteiramente no cliente, afinal é ele (o cliente) quem decide se a corporação deve ou não continuar a existir.
Porém, as metodologias podem apenas indicar as ferramentas certas para a manutenção da operação nos eixos, mas para indicar o caminho para sair-se bem no futuro, o Lidestor, ou seja, o empresário ou executivo que reúne as características de líder e gestor ao mesmo tempo, é essencial. Afinal, à exceção de motivos não éticos, as organizações começam a caminhar para um estado terminal quando seus dirigentes se afastam cada vez mais da figura e do comportamento do líder gestor.
Uma das características mais marcantes dos executivos das “empresas moribundas” é a soberba. Em geral, o quadro gerencial destas companhias demonstra um sentimento de altivez originado pelo sucesso de outros tempos e isso acaba corroendo os ambientes interno e externo. Os executivos imodestos ignoram os preceitos da boa gestão e buscam o crescimento de forma míope e indisciplinada, ignorando os riscos decorrentes de desvio do foco central e, quando os indicadores negativos começam a aparecer, eles tendem a colocar a culpa no mercado, na concorrência, na crise e até no azar.
Muitas empresas acreditam que com uma fusão estratégica ou a contratação de novos executivos será possível reverter a queda livre. Evidentemente, e se ainda houver vigor financeiro, essas ações podem vir a dar certo. Mas, na maioria das vezes, é tarde demais. Quando o distanciamento entre liderança e gestão é muito grande, pouco pode ser feito em curto prazo. Não é viável uma companhia ter sucesso sem que haja uma disciplina no cumprimento das regras de negócio, inclusive com fluxo de caixa sólido, e, por que não dizer, alegria de se trabalhar nela. Essas duas vertentes são as molas propulsoras para garantir a sustentabilidade e a vivência das organizações.
P.S. - E você ? Está preparado para ser um LIDESTOR ?
Abraços e um bom fim de semana
Dieter Kelber - Presidente Executivo
INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
Fórum Brasileiro de Processos (www.fbp.org.br)
Business Process Day (www.businessprocessday.com.br)
Business Process School
Hora de o RH vestir a camisa… Dos clientes
Gestores da área precisam quebrar o modelo “antena repetidora” e adotar uma postura mais estratégica.
Independente da profundidade e da origem global ou local, as crises sempre acabam sendo as “grandes culpadas” pelas demissões nas empresas. Em meio aos diversos períodos turbulentos das últimas décadas, a área de recursos humanos parece ter o papel único -e estanque - de agente operacionalizador dessas dispensas. Ou seja, ao RH cabe a parte desagradável no relacionamento entre corporações e profissionais, a obediência ao famigerado “cumpra-se” estampado no final das cartas circulares da casa matriz ou do alto-escalão exigindo um corte linear.
Nessas horas difíceis, os gestores diretamente responsáveis pela contratação e administração da carreira do profissional a ser “guilhotinado” desaparecem, o que revela uma total falta de preparo para lidar com as questões humanas no meio profissional, seja por conta de uma formação acadêmica inadequada para o papel a ser exercido ou por falta de uma atualização contínua, que os profissionais de todas as áreas deveriam receber nas empresas ao longo de toda a carreira.
Costumo ler e ouvir muitas teorias perfeitamente tangíveis sobre a importância estratégica dos recursos humanos, que reluto em acreditar que a maioria dos RHs ainda aceite a posição de “antena repetidora”. Longe de termos as organizações adeptas do conceito de knowledge learning and teaching company (uma empresa que aprende e ensina conhecimentos), o humano das organizações continua despreparado para atuar de forma ajustada e alinhada com as respectivas oscilações e mudanças dos mercados. O mundo corporativo passa a impressão de desalinho entre o modelo de negócios e a estratégia associada com a parte dos processos, responsável pelo envolvimento direto das pessoas dentro das organizações.
Muito mais que um viés psicológico, os RHs precisam injetar uma forte dosagem de conhecimentos de pedagogia no desenvolvimento da organização. Quem tem sob sua responsabilidade a condução de pessoas dentro das empresas precisa ter conhecimentos de uma pedagogia corporativa que permita disseminar e desenvolver os conhecimentos e competências requeridas pelos processos de negócios. Isso vale com crise ou sem crise.
Sempre, e mais que nunca, é tempo de investir no capital humano. O momento é de procurar dar os primeiros passos rumo a novos caminhos. Para tanto, é necessário que a companhia esteja preparada para evoluir mesmo em períodos incertos. Contar com pessoas melhor preparadas e ferramentas que permitam enfrentar o futuro é uma questão de sobrevivência. É necessário um compromisso com a inovação da cooperação aberta e, conseqüentemente, com um estilo aberto de liderança.
Mas, afinal, qual é o papel relevante do RH seja com crises ou sem crises? Certamente não é apenas o de contratador ou dispensador de pessoas. Em função da cultura, cada organização procura achar um papel ideal que ajude a questão da gestão do capital humano. Não existe uma receita infalível, mas fica aqui uma questão: quando o RH estará pronto para mudar o discurso de “precisamos vestir a camisa de nossa empresa” para algo mais adequado aos tempos atuais, algo como “precisamos vestir a camisa de nossos clientes”.
Colocando-se no campo de visão de negócios do cliente, conseguimos surpreendê-lo com soluções inovadoras que ele precisa, mas não consegue de alguma forma comunicar. O mundo mudou, a concorrência se acirrou e o grande desafio de todas as empresas é de provocar mudanças e fazer melhor que seus concorrentes. O cliente tem o poder decretar o sucesso ou o fracasso de seu negócio. Nessa missão, as áreas da empresa devem atuar em harmonia e todos os colaboradores, sem exceção, devem dedicar-se ao processo de inovação contínua com um objetivo único: a satisfação do cliente. Quem sabe seja esta a verdadeira vocação do RH. O que você acha?
Abraços e uma excelente semana
Dieter Kelber
SÃO PAULO SERÁ SEDE DO MAIOR ENCONTRO SUL-AMERICANO DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS
· “Não há sustentabilidade sem integração de processos” será o tema Business Process Day 2008
· Evento acontece nos dias 23 e 24 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, e 25, no Espaço Insadi
· Gestão, Inovação, Supply Chain e o papel dos Lidestores, executivos que unem características de líderes e gestores, serão outros assuntos apresentados
· O congresso é apoiado pelo governo do Rio Grande do Sul e por empresas como Banrisul, IBM, Oracle e Tetra Pak
· Compensação de Emissão de GEEs dos três dias de evento será feita por meio de reflorestamento em parque no interior de SP
Stembro de 2008 – De 23 a 25 de outubro, a capital paulista será sede do maior congresso sul-americano de gestão de processos de negócios, o Business Processes Day 2008. O evento trará análises, tendências e melhores práticas em gestão de pessoas no ambiente de processos, BPMS, SOA, supply chain, além de palestras temáticas e apresentação de cases.
Organizado pelo Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi – www.insadi.org.br), o encontro aposta no ineditismo ao trazer à tona o tema sustentabilidade e integração de processos e colaboração. A Responsabilidade Social Corporativa será um elemento imprescindível para o equilíbrio entre os desempenhos ambiental, social e econômico dos negócios neste século.
A compensação das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) dos três dias de evenyo será feita por maio de reflorestamento no Parque Insadi, em Presidente Epitácio, interior de São Paulo, em parceria com a ONG Apoena (www.apoena.org.br).
Além da sustentabilidade, o evento terá salas para discutir os temas Gestão, Inovação, Supply Chain e o papel dos Lidestores nas empresas.
Na sala Gestão, os novos conceitos e metodologias na gestão de processos de negócios serão apresentados com amplo foco estratégico e tático, combinando conteúdo conceitual e prático;
O espaço destinado à inovação trará novidades na área da Tecnologia da Informação voltada à Gestão de Processos de Negócios, com abordagem prática de temas como BPMS, SOA e IPv6.
O capital humano, a gestão de mudanças, a gerência de pessoas em ambiente de processos, o uso completo dos hemisférios cerebrais e a integração de pessoas e processos serão alguns dos destaques da sala “Lidestor”.
O ambiente dedicado às discussões do Supply Chain apresentará tendências relacionadas à administração de processos logísticos, modelos SCOOR, K.P.Is. indicadores de desempenho logístico, entre outros.
O Business Process Day conta com o apoio do Governo do Rio Grande do Sul e de empresas como Banrisul, IBM, Oracle, Tetra Pak, Kongress, Câmara Brasil Alemanha, Swedcham, World Trade Center - SP, Ruschel & Associados, Grupo Padrão, ONG Apoena, Versátil Comunicação e FTA Brasil Comunicação.
Informações: 11 3259 0505 Denise Rachel ou Regiane Campos Oliveira - www.businessprocessday.com.br
Conto com a presença de todos.
Grande abraço e uma excelente semana.
Dieter Kelber
Sem comentários »PARQUE INSADI, MAIS QUE UM SONHO, UMA REALIDADE !!!

No último dia 21 de agôsto o projeto de criação do Parque INSADI em Presidente Epitácio começou a se tornar realidade. Com a instalação da placa comemorativa de sua inauguração, uma área de aproximadamente 5ha receberá 10.000 mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atântica do Interior. Para tanto serão usadas 80 espécies diferentes conforme legislação ambiental em vigor.
Assim, o acordo de cooperação que foi assinado entre o INSADI e a APOENA passa a realidade. Uma parcela dos recursos arrecadados com o Business Process Day 2008 servirá para a plantação de uma primeira leva de mudas, que muito mais de terem como objetivo a neutralização dos efeitos dos gases no aquecimento global, irão contribuir de sobremaneira para a recuperação dos corredores da biodiversidade local.
Contando com a presença do Presidente da Apoena, Djalma Weffort, plantamos uma série de mudas, iniciando assim o processo de reflorestamento. Todos os participantes do Business Process Day 2008, congressistas e patrocinadores, receberão um certificado relativo a parcela reflorestada decorrente do projeto de compensação da geração dos gases de efeito estufa prevista para o BPD2008, conforme sua gestão socioambiental.
Se você quiser contribuir com esse projeto entre em contato conosco.
Abraços e uma excelente semana.
Dieter Kelber
Diretor Executivo
ALINHAR PRÁTICAS DE PROCESSOS É UMA QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA PROFISSIONAL
Press Release: TI/ Agenda/ Empresas/ Negócios
• Cada vez mais, empresas procuram lidestores, profissionais que aliam características de liderança e gestão
• O Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi) promove o 25º Fórum Brasileiro de Processos, no próximo dia 12 de junho
Junho de 2008 – Cada vez mais adeptas da gestão de processos apoiada em conhecimento e aprendizagem, as corporações estão procurando executivos lidestores, ou seja, capazes de equilibrar a criatividade de um líder com a eficiência e eficácia de um gestor.
O diretor-executivo do Instituto Avançado de desenvolvimento Intelectual (INSADI – www.insadi.org.br), Dieter Kelber, explica que lidestor é o executivo que soma, por exemplo, a criatividade de um líder com a eficiência e eficácia de um gestor. Ou, ainda, profissionais que saibam planejar como um gestor e tenham uma visão do todo como um líder. “Já não é mais possível pensar e agir de forma segmentada. É preciso somar conhecimentos, habilidades, motivações, usar todos os sentidos e todo o potencial do nosso cérebro.”
Com o objetivo de discutir temas como o perfil do lidestor, a gestão de processos, a tecnologia e a questão dos relacionamentos entre pessoas e o ambiente de trabalho, promove no próximo dia 12 de junho, a partir de 8h30, o 25º Fórum Brasileiro de Processos.
Dividido em três partes, o fórum conta com uma apresentação sobre os gestão de projetos de processos em Iniciativas Lean Office, ministrada pelo líder de Processos da AstraZeneca do Brasil, Marcelo Massafera. Carlos Pelosi, gerente de projetos da KF Business Consulting, fala sobre os desafios nos relacionamentos. Dieter Kelber mostra qual é o perfil do lidestor e discute se TI pode ou não ser entendida como área de processo.
O diretor-executivo do Insadi conta que a idéia do fórum é facilitar a discussão de temas relevantes, envolvendo soluções para os problemas de alguns segmentos de mercado, melhores práticas setoriais, padrões de performance, linguagens descritivas e de modelagem, e metodologias correspondentes. “O evento endereça questões específicas dos diversos segmentos de mercado, tais como SOA, BPMS, Supply Chain, Compliance, ERP, CRM, KM, BI, Gestão de Mudanças, SCM, BAM, entre outras, observando a modelagem, o desenvolvimento, a execução, a manutenção e a otimização de processos.”
Serviço:
Evento: Fórum Brasileiro de Processos - O Profissional de Processos
Data: 12 de junho
Horários: 8h30 às 12h30
Local: Insadi - Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
Endereço: Bela Cintra, 967 cj 81 – São Paulo SP
Informações e inscrições: Denise Rachel (11) 3259-0505 ou denise.rachel@fbp.org.br
Sobre o Insadi – (www.insadi.org.br)
Completando sete anos de fundação, o Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi) é pioneiro e líder na divulgação e disseminação da Gestão de Processos no Brasil. Com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), a entidade realiza cursos, treinamentos, programas de desenvolvimento e consultorias da sua unidade Business Processes School, coordena e promove as atividades do Fórum Brasileiro de Processos (FBP) e organiza o evento anual “Business Process Day”. Já a sua unidade Human Excellence promove trabalhos na área comportamental, onde usando a metodologia TAR desenvolve o alinhamento entre as competências técnicas e as de atitude, alinhando assim processos e pessoas.
Para o diretor-executivo do Insadi, Dieter Kelber, o principal propósito do trabalho é mostrar que a gestão de processos não se restringe à tecnologia, como costuma ser vista por outras áreas. “Pelo contrário, como o seu próprio nome diz, ela envolve processos de negócios, que abrange não só TI, mas todas as áreas envolvidas com o atendimento às necessidades dos clientes: marketing, vendas, RH, logística, finanças etc. “E os profissionais de processos de negócios são os responsáveis por facilitar a integração dessas atividades”, considera.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DO INSADI
Versátil Comunicação Estratégica – www.versatilcomunicacao.com.br
Silvio Tanabe (silvio@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 6832-5509
Guilherme Batimarchi (guilherme@versatilcomunicacao.com.br) – Tel.: (11) 6832-5502
Thiago Pugliesi (thiago@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 6832-5505
Fazer cozido; ser consultor !
Enquanto cozinhava, lembrei-me muito de minha avó: emérita cozinheira. Mulher de inefáveis saberes. Quando fui tomando interesse pela nobre tarefa de aplacar a fome com enegenho e arte, muitas vezes perguntei à fada mor de nossa família como fazer este ou aquele prato. Quase analfabeta, vovó não possuia caderno de receitas. Sabia tudo de cor. E dizia: é fácil; vou ensinar. Mexia-se com a pompa simples de uma bailarina na cozinha entre fogão à lenha, mesa comprida e lutrosa , colheres de pau, vasilhas herdadas. E quando terminava a comida dizia gloriosa: viu? É fácil. E eu, pobre de mim, tentava reproduzir-lhe gestos, medidas, provares. Em vão. Nunca saía igual. Faltava-me a “mão.”
A conquista da “mão” na cozinha foi para mim árdua. Foi um processo lento saber que a mão sabe a medida de sal e pimenta; que a mão sabe antes do olho e do garfo o ponto de cozimento, a temperatura, a consistência. Que a “ mão” dá vida as proteínas, gorduras, açúcares; é a “ mão” que organiza nas fartas do cozido as coisas por assuntos bem dispostos, inebriantes, sedutores.
Hoje, quando servi o cozido, os amigos maravilhados, louvara-me a “ mão.” Fiquei faceira. Um deles me perguntou se não sinto conflito entre ter “mão cheia” na cozinha e meu ofício de consultora na área de Treinamento e Desenvolvimento.
Espantei-me de fato. Conflito nenhum. Um bom consultor é muito parecido com um cozinheiro. Assim como um cozinheiro precisa ter ”mão” para criar da matéria bruta pratos que alimentem o corpo e encantem o paladar, um consultor precisa trazer à mente o fascínio do conhecimento.
Uma vez, vovó ensinou-me que com os mesmos ingredientes que se faz um baquete, se faz uma lavagem. Questão se ter mão. Ou como ela dizia, capricho.
No mundo corporativo, muitas vezes nos deparamos com o fato lamentável de treinamentos que se gastou tanto tempo, energia, dinheiro, serem inconclusivos, ineficazes e outros “ins”.
Quer dizer, são tão ruins como comida insosa, como caldo ralo e requentado. Treinamento que não seja instigante, que leve a pensar, que, enfim, não transforme, é como comida insípida, inodora e sem sabor.
Treinamento bom é o que desafia a mente a ver/ ver-se; que instiga a mente. Alia conhecimento, sentimentos, percepções e sensações. É refeição completa para o Ser.
Bem, enfim, quer dizer, alguém aí quer um cozido? Ou um treinamento? Sem conflito, sem conflito.
Beijos, Aninha, fada peregrina.


