Arquivo de Setembro de 2009
Pessoas: o fator crucial da gestão de processos
Por Thiago Borges - B2B Magazine
(http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&id_subcanais=2007&id_noticia=24403)
Há alguns anos, apesar do cenário globalizado, sua empresa não promove mudanças estruturais, inova ou tem uma rentabilidade merecedora de elogios. Portanto é hora de mudar, certo? Mas não basta elaborar um plano de mudanças e jogar na mão de quem atua na parte operacional. “Muitas vezes a gente cria processos e atropela as pessoas que estão envolvidas”, aponta Airton Carlini, CEO da consultoria Pritchet Rummler-Brache.
O assunto foi abordado na primeira palestra do Business Process Day, evento promovido pelo Insadi que acontece nestas quarta e quinta-feira (23 e 24/09) em São Paulo.
“Se você simplesmente impor os processos e as pessoas não estarem preparadas, não vai dar certo”, avalia Carlini. E, diante da mudança, sempre haverá resistência da parte de quem já está acostumado com determinada prática.
Isso porque, na análise de Carlini, a princípio elas se sentirão traídas por conta das modificações - afinal, estão há tanto tempo na empresa e conhecem tudo melhor do que ninguém. A segunda reação é negar a mudança. “‘Ih, isso não vai dar certo’, é o que todo mundo diz”, explica Carlini.
Com a mudança em andamento, entram numa crise de identidade e executam o processo antigo e atual ao mesmo tempo por insegurança. No fim, há dois caminhos: entrar no jogo e abraçar o processo ou cair fora.
Durante essa transição de processos, os gestores devem se atentar a três fatores para atingir o sucesso:
- não devem perder tempo com discussões que não vai adicionar nada ao projeto e sim fazer com que resultados, mesmo que pequenos, se tornem visíveis para que haja um convencimento dos demais envolvidos;
- analisar quais são os pontos críticos, em que a empresa pode perder dinheiro e como evitar que isso aconteça;
- e comunicar tudo, para evitar fofocas.
“Quantas vezes gerenciamos um grupo em que as pessoas não sabem o que se quer delas? Como ela vai se comprometer dessa forma? Portanto, sempre que houver uma mudança, pense sempre num plano de comunicação”, conclui Carlini.
Sem comentários »O 2. CONGRESSO INTERNACIONAL DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS - BPM ESTÁ CHEGANDO
O 2. Congresso Internacional de Gestão de Processos de Negócios está chegando. Teremos palestras, como sempre, muito interessantes. Entre elas a de Phil Gilbert Presidente da Lombardi, empresa consagrada de BPM e citada no quadrante de elite do Gartner. Vários cases sensacionais de empresas brasileiras sobre a implementação de BPM e a mais recente pesquisa de implementação de BPM no Brasil.
Veja toda a programação em:
http://www.businessprocessday.com.br/bpd2009.1/programa.aspx .
Se você quer ser um Lidestor não pode perder este evento. Ligue para 3250 0505 e veja o que podemos fazer para você participar.
Até lá e uma boa semana
Dieter Kelber
Presidente Executivo
INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
PROCESSOS INTELIGENTES, DESPERDÍCIO QUASE ZERO.
- Desenvolvida pela Toyota, a Gestão Lean valoriza os clientes, reduz custos e pode ser aplicada por empresas de todos os tamanhos;
- Sistema parte da criação de fluxos contínuos e sistemas otimizados, com base na demanda real dos clientes;
- Workshop Como eliminar desperdícios dos processos ocorre em São Paulo e Brasília, nos meses de setembro e outubro, respectivamente;
Setembro de 2009 – No final da década de 1980, a Toyota era apenas mais uma montadora, longe de figurar na lista das 10 maiores companhias do mundo. Silenciosos, organizados e pacientes, os japoneses começaram a virar o jogo ao criarem um modelo gerencial, a Gestão Lean, que ao mesmo tempo valoriza os clientes e reduz os custos de produção.
“Com base na demanda real de produção e na elaboração de processos internos que reduzam custos e desperdícios, a Gestão Lean dá prioridade total ao cliente e pode ser aplicado por empresas de todos os tamanhos e segmentos”, afirma Viviane Salyna, diretora de Gestão de Alta Performance, do Insadi – Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (www.insadi.org.br). “A diversidade concorrencial e as rápidas mudanças globais exigem cada vez mais precisão no cumprimento de prazos. Para não serem engolidas pelo mercado, as organizações devem estar atualizadas sobre as práticas que envolvam a cria&ccedi l;ão de fluxos contínuos e adotar soluções que atendam às reais demandas dos clientes”, diz.
Para mostrar as aplicações da Gestão Lean, em todas as áreas, além da de manufatura, o Insadi promove o workshop Como eliminar desperdícios em processos, em São Paulo (15 e 16 de setembro) e em Brasília (20 e 21 de outubro). Neles, são apresentados casos práticos e abordados temas como mapeamento dos fluxos de valor, aplicação das principais ferramentas para melhoria de processos, apuração de resultados e diferenças entre fluxos operacionais, administrativos e serviços, entre outros.
Interatividade - Os participantes terão a oportunidade de realizar exercícios individuais e em grupo para aumentar a assimilação dos conceitos apresentados.
SERVIÇO
Workshop Como eliminar desperdícios em processos
São Paulo/SP
Datas: 15 e 16 de setembro.
Horário: 8h30 às 17h30.
Local: Rua Bela Cintra, 478, Bairro Consolação.
Brasília/DF
Datas: 20 e 21 de outubro.
Horário: 9h às 18h.
Local: Setor Comercial Norte, Quadra 2, Bloco A, 1º andar
Informações e inscrições: (11) 3259-0505 ou eventos@insadi.org.br.
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Sobre o Insadi (www.insadi.org.br)
Fundado em 2001, o Insadi – Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual é pioneiro e líder na divulgação e disseminação da Gestão de Processos no Brasil. Com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF), a entidade realiza treinamentos e programas de desenvolvimento, por meio da unidade Business Process School. A Insadi Consultoria coordena e promove as atividades do Fórum Brasileiro de Processos (FBP – www.fbp.org.br) e organiza o evento anual Business Process Day (www.businessprocessday.com.br). Já a terceira unidade, a Human Excellence, promove trabalhos na área comportamental, com a aplicação da metodologia Treinamento Ativo Reflexivo (TAR), para desenvolver o alinhamento entre as competências técnicas e de atitude, equiparando processos e pessoas.
Para o Presidente Executivo do instituto, Dieter Kelber, criador do conceito Lidestor, o principal propósito do Insadi é mostrar que a Gestão de Processos não se restringe à tecnologia. “O contrário, como o próprio nome diz, ela envolve processos de negócios e abrange todas as áreas envolvidas com o atendimento às necessidades dos clientes: marketing, vendas, RH, logística, finanças etc.”
Sem comentários »AQUI JAZ UMAEMPRESA
O que leva uma empresa a iniciar as atividades? Um desejo intenso de uma pessoa? A reunião de dois, três ou quatro amigos idealistas, empreendedores ou não, decididos a colocar ideias e criatividade em prática e resolvem iniciar a caminhada pelo “mundão empresarial”.
Nos sonhos, os novos empresários acreditam na recuperação do capital investido em dois anos, ou menos, e vislumbram um panorama otimista para os próximos 10 ou 15 anos, algo como tornar-se uma multinacional ou, então, a chegada de algum megainvestidor antenado e alinhado com os objetivos que deram vida àquela organização.
Na prática, a realidade é outra. É claro que o esforço, a tenacidade e, principalmente, a paixão marcam o início de toda organização vencedora. Entretanto, o tempo de vida dela será determinado por fatores como visão, valores e, de forma pragmática, a gestão. Se estes três elementos estiverem (e se mantiverem) alinhados ao longo do tempo com a ideologia central, esta corporação estará apta a fazer parte do seleto e cada vez menor rol das “empresas centenárias.”
Os últimos sobressaltos do mercado, caracterizados como crise, mostraram o verdadeiro papel da gestão empresarial para a sobrevivência das empresas. E quando falo em “gestão”, quero dizer a combinação prática do binômio TI e pessoas. A organização só é sustentável a partir do momento em que consegue conciliar estes dois termos. Agora, imagino os mais apressados e incautos inquietos e ávidos por me perguntar “mas o foco no cliente não é a razão de tudo?” Também sou partidário desta tese! Porém, se o gerenciamento for ineficiente, o foco no cliente fica à deriva.
Metodologias para lá de conhecidas como BSC (Balanced Scorecard), BPM (Modelagem de Processos de Negócios, na sigla em inglês), Lean (sistema percussor do Toyotismo) e Seis Sigma são fundamentais para que as empresas possam conduzir pessoas e tecnologias de forma harmônica, com produtos focados inteiramente no cliente, afinal é ele (o cliente) quem decide se a corporação deve ou não continuar a existir.
Porém, as metodologias podem apenas indicar as ferramentas certas para a manutenção da operação nos eixos, mas para indicar o caminho para sair-se bem no futuro, o Lidestor, ou seja, o empresário ou executivo que reúne as características de líder e gestor ao mesmo tempo, é essencial. Afinal, à exceção de motivos não éticos, as organizações começam a caminhar para um estado terminal quando seus dirigentes se afastam cada vez mais da figura e do comportamento do líder gestor.
Uma das características mais marcantes dos executivos das “empresas moribundas” é a soberba. Em geral, o quadro gerencial destas companhias demonstra um sentimento de altivez originado pelo sucesso de outros tempos e isso acaba corroendo os ambientes interno e externo. Os executivos imodestos ignoram os preceitos da boa gestão e buscam o crescimento de forma míope e indisciplinada, ignorando os riscos decorrentes de desvio do foco central e, quando os indicadores negativos começam a aparecer, eles tendem a colocar a culpa no mercado, na concorrência, na crise e até no azar.
Muitas empresas acreditam que com uma fusão estratégica ou a contratação de novos executivos será possível reverter a queda livre. Evidentemente, e se ainda houver vigor financeiro, essas ações podem vir a dar certo. Mas, na maioria das vezes, é tarde demais. Quando o distanciamento entre liderança e gestão é muito grande, pouco pode ser feito em curto prazo. Não é viável uma companhia ter sucesso sem que haja uma disciplina no cumprimento das regras de negócio, inclusive com fluxo de caixa sólido, e, por que não dizer, alegria de se trabalhar nela. Essas duas vertentes são as molas propulsoras para garantir a sustentabilidade e a vivência das organizações.
P.S. - E você ? Está preparado para ser um LIDESTOR ?
Abraços e um bom fim de semana
Dieter Kelber - Presidente Executivo
INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
Fórum Brasileiro de Processos (www.fbp.org.br)
Business Process Day (www.businessprocessday.com.br)
Business Process School
