Professor de Educação Física inova o conceito de Coach
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Beijos, Aninha
Professor de Educação Física inova o conceito de Coach
fonte: O Globo
3/9/2007 -
Um mix de Personal Trainner com Coach é a última novidade para quem busca apoio para se desenvolver na carreira. Trata-se do Personal Friend, conceito criado por um professor de educação física e administrador de empresas que transformou a amizade num ótimo negócio.
Silvério Veloso cobra R$ 300,00 por uma consulta de 50 minutos na qual serve de amigo para quem precisa de orientação e conselhos. Ele dá sugestões de mudança de postura e de atitude na carreira como se fosse um colega com grande expertise nos assuntos pertinentes à vida profissional e empresarial.
Morador da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com estilo de vida saudável, ele é o oposto do estereótipo do consultor tradicional. Com aparência totalmente informal ele não condiz com o perfil conservador do mundo corporativo. Porém, Silvério possui excelente formação, com mestrado em gestão e estratégia de negócios e MBA em gestão empresarial. As consultas podem acontecer durante uma caminhada na beira da praia ou na praça de alimentação de um shopping center. Sua maneira mais “light” de atuar como coach está fazendo sucesso.
Se essa nova forma de coach dá resultado para o cliente, ainda não se sabe. Mas para Silvério, o negócio vai de vento em popa. Ele já tem mais de 20 clientes com faixa etária que vai dos 18 aos 70 anos.
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2 respostas para “ Professor de Educação Física inova o conceito de Coach ”
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Interessante.Arrojado. Angustiante. Foi o que senti quando li. Pagar por um amigo, por um ouvinte. Como empreendorismo assumo achei arrojado, inclusive pelos interessantes locais de trabalho. Acho que o termo poderia ser mais aproximado com personal confidence. Aliás muito assemelha ao exercício dos “confessores” ou receptores de confissões melhor, em geral que temos no mundo. Há questões éticas a serem discutidas, há de se pensar no caso. Mas uma coisa é certa há de se ouvir os que usam os serviços deste personal friend. O que sentem? Como vêem os resultados? Por que pagam? O que buscam? Se alguém aí mais perto, puder fazer esta pesquisa, eu agradeço. E uma pergunta em especial ao profissional: o que ele faz, fará com as reações negativas das pessoas que ele atende. Se os resultados forem por exemplo suicídio, violênica, algum tipo de crime sei lá… imprevisões previsíveis! Hum… e qual o nível de fidelidade que ele garante? Que redes sociais ele usa se precisar informar? O que é ser amigo? Vejo uma nova formatação para este termo. Que bom ou que ruim? Rsss
E como não posso deixar de comentar: por favor, cuidado com o seu trabalho pois estás atuando com seres humanos e chega de “profissionais” brincando com isso. Portando dentro deste maravilhoso universo humano e sua complexidade estonteante, trabalhe sempre que possível a prevenção à tudo! Inclusive a conselhos equivocados que podes dar. De outro lado parabéns pelo arrojo.
Beijo, abraço, pensamentos loucos sempre. Carmen
Esqueci, este tipo de serviço existe nos EUA e chamam de personal life. Forte terminologia não é mesmo?