Liderança Colaborativa
estou de volta de minha peregrinação, que, nesta semana, tomou a forma de um camping training cuja espinha dorsal foi Liderança Colaborativa.
Cada minuto dos dois dias de duração foi planejado para que houvesse uma real alternância e complementaridade entre razão/emoção; tangível/intangível; concreto/abstrato; óbvio/sutil; eu /outro.

Os desafios que estruturam o treinamento, experimentados em sua plenitude, colocaram cada participante em profundo contato com o seu Eu, com o outro e com o ambiente que o cerca, permitindo, assim, que cada um construísse uma ponte segura e firme entre os hemisférios cerebrais.

As pessoas que participam de um TAR (Treinamento Ativo Reflexivo) conquistam um grau de excelência insofismável. O mergulho no intangível, temperado com os confrontos trazidos pelos desafios simuladores do cotidiano, estimula o aprimoramento das competências individuais.

A coletividade ganha indivíduos mais dispostos a partilhar, a contribuir. Aprimora-se a vida corporativa através da humanização dos indivíduos.

Imersos durante dois na beleza do lugar (um bem equipado e belíssimo centro de treinamento de uma empresa), foi inevitável que filosóficas questões aflorassem em meio aos exercícios vivenciais envolvendo gestão do conflito e do estresse, colaboração, comunicação, gestão do tempo, perfil do líder e por aí afora.

Lembrando das conversas que por lá brotaram, trago-lhes no fim deste post uma bela frase para se pensar.
Ao longo dos próximos dias, escreverei mais sobre a Metodologia TAR
Para os curiosos, coloquei umas fotos acima para dar-lhes água na boca.
Um beijo carinhoso, Aninha
” O Universo começa a se parecer mais com uma grande mente, do que com uma máquina.”
(Sir James Jeans, astrônomo)
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