Arquivo de Junho de 2007
Comentário de Renato Valente
Postado em 28 de junho de 2007
Concordo com a visão da Sra. Clara Pelaez em seu artigo NEUROREDES: UMA NOVA COMPREENSÃO DA DINÂMICA ORGANIZACIONAL, quanto a mudança de foco para as vantagens e potenciais que se podem adquirir quando se valorizar o conhecimento intelectual da coletividade como um todo e não apenas o conhecimento intelectual de apenas um dos indíviduo.
Uma vez me veio a mente que só conseguiram desenvolver a bomba atômica e certas leis da física e da química porque no cérebro de tal cientista formou-se uma ligação neurônica com uma arquitetura de ligação neuronial única e propícia para se atingir aquela inteligência, tudo isto vindo de tudo aquilo que este tal cientista havia estudado e acumulado em seus neurônios até aquele momento, após este momento, e após outro cientista ter estudado tanto quanto o primeiro, este segundo cientista chega também a esta formação arquitetônica neuronial igual ou semelhante e prosegue evoluindo tal lei e/ou ciência.
Então a inteligência, para mim, são as infindáveis possibilidades de formações arquitetônicas neuroniais que os neurônios podem fazer.
Assim também pode acontecer com a inteligência coletiva, aquele que souber formar uma arquitetura dessas inteligências (unir o conhecimento intelectual de cada pessoa aproveitando-se o máximo possível para um bem comum, para o sucesso de uma organização, etc.) estará efetuando o papel de administrador de inteligências, funcão esta, se foi o que entendi, esperada pela autora do artigo citado.
Parabéns, adorei a abordagem do tema e a forma como aprensentou-o.
Atenciosamente,
Renato Valente
14 comentários »ÉTICA E MORAL
Por José Zulmar Lopes - Administrador de Empresas
www.jlopes.hpgvip.com.br
O Brasil vive um momento onde os valores éticos, de forma geral, têm sido discutidos nos diversos meios de comunicação e na comunidade. São escândalos constantes envolvendo personalidades públicas onde se tem colocado à prova os valores de nossa sociedade. Isto reflete diretamente nas empresas e nos consumidores de todo o mundo, que estão mais atentos à ética do que nunca.
O que ocorre hoje é um grave conflito no campo do discurso e da prática. Como o lucro está sempre em primeiro lugar, o discurso de responsabilidade corporativa acaba sendo mais intenso do que demonstram os testes da realidade.
A ética também, se confunde muitas vezes com a moral, todavia, deve-se deixar claro que são duas coisas diferentes, considerando-se que ética significa a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, enquanto que moral, quer dizer, costume, ou conjunto de normas
Algumas pessoas e empresas perceberam que competir com ética é a saída para o crescimento pessoal, profissional e de mercado, bem como de nossa sociedade, portanto, cada vez mais reaprender as “boas maneiras” do comportamento profissional é fundamental
Em empresas que tem Código de Ética, este se orienta sobre o comportamento esperado de todos os empregados, Conselheiros e prestadores de serviços da companhia , que devem se empenhar formalmente com as normas contidas neste Código por meio da assinatura de um termo de adesão.Isto seria o recomendável, embora saibamos que na maioria dos casos isto não ocorre. O código de ética deve, em primeiro lugar, estar alinhado com a missão e os valores da organização. Se isto não estiver definido e divulgado na empresa, não adianta partir para a criação de um código de ética. O código deve ser objetivo, direto e escrito de forma que todos compreendam. Deve apresentar a visão da organização sobre a conduta interna de seus funcionários, as relações com os clientes, fornecedores e concorrentes.
Cabe ao Gestor Financeiro a transparência, cuja importância se mede pela necessidade imperiosa de divulgação ampla de dados, despesas e resultados, de forma a permitir que os donos ou acionistas conheçam e reconheçam a validade e a lisura de suas ações.
Por meio da ética e da transparência, espera-se que o atual modelo econômico, de origens históricas e conseqüências nefastas, possa ser combatido, revertendo o quadro de exclusão absurda no qual vivemos
A ABORDAGEM SISTÊMICA
Por Maria José B. M. Moreira
Organizações que ainda não partiram para uma abordagem por processos convivem com problemas que dificilmente poderão ser mapeados, pois são aqueles que permeiam as lacunas deixadas pela organização funcional.
Um dos principais obstáculos encontrados pelas Organizações na conquista de seus objetivos é a resistência da liderança na aceitação de uma nova abordagem da organização por processos. Uma estrutura funcional contribui para formação de feudos, fortalece poder, cria “chefes absolutistas”, o que muitas vezes desequilibra fluxo entre atividades, contribui para uma qualidade de informação inadequada e dificulta a comunicação na empresa.
Sem conhecer seus processos de negócio através de uma abordagem sistêmica, dificilmente uma Organização terá sucesso na conquista de seus objetivos estratégicos. Melhorar o “todo” significa melhorar cada parte de forma harmônica. Se buscarmos o conceito de “sistema” podemos dizer que é um dos mais simples de se escrever. Um sistema pode ser definido como um conjunto de elementos inter-relacionados que interagem no desempenho de uma função.
Toda Organização é, a princípio, um Sistema (segundo a Teoria Geral dos Sistemas), o que relaciona os elementos de uma Organização são os processos executados dentro dela. Todo sistema possui um objetivo geral ou global, que deve ser dividido em objetivos menores (específicos ou parciais). Isto, conforme a Abordagem Sistêmica, permite um melhor controle sobre como alcançar estes objetivos (”dividir para conquistar”).
Mas é Anthony Stafford Beer, um inglês excêntrico, nascido 1926, quem transforma a cibernética em instrumento prático da Administração. Ele definiu a cibernética como a ciência da organização eficaz. Sua tese fundamental postula que as organizações são como pessoas; têm um “cérebro” e um sistema nervoso central. Segundo o autor, muitos dos problemas empresariais repousam na incompreensão clara de como seus sistemas funcionam. Assim, a raiz do problema está na maneira pela qual os sistemas se criam dentro das organizações. E a melhor forma de entender como uma organização funciona é ignorar o “organograma oficial”, que apenas diz teoricamente o que deveria acontecer, “mapeando” como cada parte da organização realmente reage em face das ações das outras partes. Desse modo, acredita o autor, os efeitos de quaisquer mudanças no sistema podem ser previstos de antemão e corrigidos. Portanto o desenvolvimento da abordagem sistêmica nas Organizações se torna um fator fundamental para seu sucesso.
Hoje, diante de um cenário cada vez mais competitivo e da nova ordem da economia global - competir pelo cliente - entender e desempenhar cada função com eficiência já não é mais suficiente para obter sucesso. Algo mais se faz necessário. Conhecer como cada processo impacta no todo e como o desempenho de cada um deles permitirá um valor agregado maior para o cliente, atualmente é um diferencial competitivo nas Organizações.
Abordar por processos uma Organização significa derrubar as fronteiras funcionais. Caminhar em busca da eficiência e eficácia tendo sempre as necessidades do cliente como referencial absoluto.
Maria José B. M. Moreira - Instrutora e palestrante do Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
2 comentários »A AUTORIDADE NO TRABALHO
A figura da autoridade é realmente importante para dar diretrizes na formação da personalidade da criança. Contudo, na vida profissional uma autoridade é menos ou mais necessária, dependendo do contexto e da maturidade que o empregado adquiriu na sua função. Tanto é assim que alguns colaboradores da empresa se tornam bastante autônomos, sem deixar de dar ótimos resultados.
Porém, a nossa sociedade compartilha da crença de que as pessoas precisam do amparo, aceitação, reconhecimento e aprovação de algumas outras, como se fossem frágeis por natureza. Isto resulta na manutenção da imaturidade emocional de muitos profissionais, que, inseguros, continuam o processo infantil de dependência emocional, especialmente em relação ao chefe direto.
E por que isto é um problema? Porque dando tanta importância à percepção e opinião do líder, este subordinado tende a colocar parte do seu poder de escolha e ação nas mãos daquele. Um segundo motivo é que, assim como a criança se fixa na mãe, o colaborador tende a se fixar no chefe, como se este fosse o responsável pela sua sobrevivência profissional.
O roteiro para sair desta relação doentia é a pessoa aprender a tirar o chefe do centro do problema e a observar mais o seu próprio comportamento. Ela iniciará um caminho de autodescoberta e retomará o seu poder para se cuidar, assegurar-se em si mesma e achar seus próprios rumos para tornar-se profissionalmente realizada.
José Zulmar Lopes- Administrador de Empresas- Consultor da Business Processes School
Sem comentários »Filmes para Treinamento
Bom dia , amigos queridos,
eu sou uma cinéfila confessa. E, sempre que possível, utilizo pequenos trechos de filmes em meu trabalho.
Partilho com vocês uma pequena lista e Títulos e suas Indicações.
Divirtam-se.
Um beijo terno,Aninha
Filmes relacionados por matérias e disciplinas
Os filmes apresentados a seguir tem enfoques que podem ser usados como recurso didático em Administração, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia e outras disciplinas na área de Humanas.
Filmes Conceitos-chave
A Batalha de Mary Kay
(Com Shirley Mc Laine)
Empreendedorismo; Criação de Novos Negócios;
Trabalho em equipe
Liderança; Motivação; Marketing
A Fraude - o caso Bahrings)
(com Ewan Mc Gregor)
Contabilidade; Governança Corporativa; Ética e Responsabilidade Social; Evidenciação e Informação à Sociedade
Adorável Professor – Mr. Holland (Com Richard Dreyfuss)
Mudança organizacional; Trabalho em equipe; Liderança;
Processo Ensino-aprendizagem;
Regime de trabalho em um ambiente de orquestra.
A firma (Com Tom Cruise)
Direito Tributário; Direito instrumental;
Contabilidade e Planejamento Fiscal; Ética e Responsabilidade social; Planejamento de carreira;
Cultura organizacional; Clima organizacional
A história de uma fraude - o caso Enron
(Com Kennet Lay)
Contabilidade e Governança corporativa; Responsabilidade social; Planejamento de carreira; Avaliação de desempenho; Estratégias de cargos e salário; Clima organizacional; Globalização e internacionalização dos mercados.
Ameaça Virtual
(Com Tim Robbins e Ryan Philiphe)
Tecnologias da informação; Liderança; Clima organizacional; Ética; Responsabilidade social corporativa; Qualidade de vida no trabalho.
Apolo 13 – do desastre ao triunfo
(Com Tom Hanks)
Inovação tecnológica e métodos de trabalho;
Trabalho em equipe; Treinamento;
Planejamento corporativo; Liderança.
Até o Limite da Honra
(Com Demi Moore)
Treinamento e desenvolvimento; Trabalho em equipe; Clima organizacional; Liderança; Administração científica;
Escola clássica
Chocolate
(com Juliette Binoche e Carrie-Ann Moss)
Criação de novos negócios; Empreendedorismo;
Gestão de micro e pequenas empresas.
Com o dinheiro dos outros (Com Danny deVito e Gregory Peck)
Inovação tecnológica; Etica e responsabilidade social; Governança corporativa; Liderança; Finanças; Globalização e internacionalização dos mercados; Clima organizacional.
Do que as mulheres gostam
(Com Mel Gibson e Helen Hunt)
Marketing; Comportamento do consumidor; Segmentação de mercado
Foco no cliente; Atendimento a clientes; Trabalho em equipe;
Gestão de organizações prestadoras de serviços especializados.
Doze homens e uma sentença
(Com Henry Fonda)
Liderança; Etica e responsabilidade social;
Negociação empresarial
Trabalho em equipe; Direito Penal
Encontrando com Forrester
(com Seann Connery)
Ética; Responsabilidade Social;
Gestão de instituições de ensino.
Erin Brockovich
(Julia Roberts e Albert Finney)
Ética e responsabilidade social corporativa; Gestão ambiental;
Liderança; Negociação empresarial; Administração de conflitos;
Trabalho em equipe.
Homens de honra
(Robert de Niro e Cuba Godding Jr)
Treinamento e desenvolvimento de pessoal; Planejamento de carreira;
Avaliação de desempenho; Liderança;
Etica e responsabilidade social corporativa
FORD: o homem e a máquina
(Com Cliff Robertson)
Fordismo; Taylorismo;
Controladoria e Contabilidade;
Estratégias de produção
Legalmente Loira
(com Reese Witherspoon)
Introdução ao Direito; Direito instrumental; Seleção de candidatos
Gestão de instituições de ensino; Cultura organizacional.
Mauá – o Imperador e o Rei (Com Paulo Betti e Malu Mader)
Empreendedorismo; Etica e responsabilidade social; Liderança;
Treinamento; Macroeconomia;
Globalização e internacionalização dos mercados.
Mestres dos Mares – o lado mais distante do mundo
(Com Russel Crowe)
Trabalho em equipe; Liderança; Planejamento corporativo;
Clima organizacional; Estratégias empresariais;
Administração salarial; Treinamento e desenvolvimento de pessoal
Minority Report: a nova lei (Com Tom Cruise)
Tecnologias da informação; Teletrabalho; Ética;
Invasão de privacidade; Responsabilidade social corporativa
Na Roda da Fortuna
(Com Tim Robbins e Paul Newmann)
Burocracia; Liderança; Gestão com Pessoas; Poder, Cultura e Clima organizacional; Funções Organizacionais (pesquisa e desenvolvimento/P&D, marketing, produção, finanças, contabilidade e controladoria)
O amor é contagioso
(Com Robin Williams)
Empreendedorismo; Trabalho em equipe; Responsabilidade social corporativa; Qualidade de vida no trabalho; Clima organizacional
Liderança.
O Dia Depois de Amanhã
(Com Dennis Quaid)
Ética e Responsabilidade social corporativa; Gestão ambiental;
Globalização; Inovação tecnológica
O informante
(Com Al Pacino e Russel Crowe)
Governança corporativa; Liderança; Ética; Responsabilidade social corporativa; Clima organizacional; Inovação tecnológica;
Administração pública.
O gladiador
(Com Russel Crowe e Rex Harris)
Trabalho em equipe; Liderança; Treinamento e desenvolvimento de pessoal; Estratégias empresariais; Administração científica;
Escola clássica.
O Náufrago
(Com Tom Hanks e Helen Hunt)
Qualidade de vida no trabalho; Clima organizacional;
Planejamento de carreira; Recrutamento e seleção; Treinamento e desenvolvimento de pessoal; Planejamento corporativo..
O nome da rosa
(Com Seann Connery e Christian Slater)
Ética e responsabilidade social corporativa; Taylorismo e fordismo;
Escola burocrática; Treinamento;
Clima organizacional.
O resgate do soldado Ryan
(Com Tom Hanks)
Liderança, Trabalho em equipe; Logística; Planejamento corporativo;
Administração Clássica.
Os doze trabalhos de Asterix
(Desenho animado baseado no filme Asterix e Obelix, com Gerard Depardieu)
Administração Pública; Burocracia;
Trabalho em equipe; Clima organizacional;
Qualidade de Vida no Trabalho; Direito do Trabalho;
Etica e responsabilidade social.
O sucesso a qualquer preço
(Al Pacino, Alex Baldwin, Ed Harris e Jack Lemon)
Liderança, Clima organizacional; Qualidade de vida no trabalho
Trabalho em equipe; Etica e responsabilidade social;
Marketing.
O último samurai
(Com Tom Cruise)
Trabalho em equipe; Cultura organizacional; Crenças e valores;
Treinamento e desenvolvimento de pessoal; Estratégias empresariais;
Logística; Inovação tecnológica.
Piratas da informática
(Com Noah Wyle e Anthony Michael Hall)
Tecnologias da informação; Etica e responsabilidade social corporativa; Liderança ; Clima organizacional; Qualidade de vida no trabalho; Trabalho em equipe; Estratégia salarial;
Estratégias empresariais.
Presente de Grego
(com Diane Keaton)
Empreendedorismo; Pesquisa e desenvolvimento de produtos;
Liderança e Negociação; Logística;
Planejamento corporativo; Estratégias de negócios
Sociedade dos Poetas Mortos
(com Robin Williams)
Liderança e Motivação
Trabalho em equipe
Mudanças Organizacionais
Gestão de instituições de ensino
Ética
Tempos modernos
(Charlie Chaplin)
Linha de produção
Clima organizacional
Qualidade de vida no trabalho
Administração científica
Taylorismo e fordismo.
Tróia
(Com Brad Pitt)
Liderança
Trabalho em equipe
Treinamento e desenvolvimento de pessoal
Logística
Estratégias empresariais.
Tucker – um homem e seu sonho
(Com Jeff Bridge)
Logística;
Cadeia produtiva e supply chain management;
Inovação e tecnologia; Gestão da qualidade;
Responsabilidade social corporativa
Intra-empreendedorismo;
Liderança, Trabalho em equipe;
Recrutamento e seleção
Uma linda mulher
(Com Richard Gere e Julia Roberts)
Governança corporativa;
Etica e responsabilidade social corporativa;
Estratégias de remuneração;
Liderança, Clima organizacional;
Marketing, Atendimento a clientes.
Wall Street: poder e cobiça
(Com Michael Douglas, Martin Scheen e Charlie Scheen)
Governança corporativa;
Responsabilidade social corporativa;
Planejamento de carreira;
Clima organizacional, Qualidade de vida;
Liderança;
Globalização e internacionalização dos mercados;
Investimentos e volatilidade de capitais;
Estratégias corporativas;
Contabilidade.