BLOG INSADI TEAM - REUNINDO PESSOAS E EMPRESAS

Arquivo de Fevereiro de 2007

frase do dia

Amadinhas pessoas,

” acabou-se nosso carnaval” e, exatamente por isso, é ” preciso cantar” e “alegrar a cidade”, o mundo, a vida.Fiz disto um hábito, como sabem.

Meu Mestre?Aristóteles, velhinho assaz contemporâneo.

Um beijo terno,Aninha

“Somos o que repetidamente fazemos.
A excelência, então, não é um ato, mas um hábito”
Aristóteles

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Aprender

Melhor que tudo é aprender; o dinheiro pode ser perdido ou roubado, a saúde e a força podem faltar, mas aquilo que você coloca na sua mente será para sempre seu.
Louis L’amour

Pinguin marcha do imperador02t - Pinguin marcha do imperador02t

Abraços e uma boa semana

Dieter

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Os carnavais de minha lembrança

Os carnavais de minha lembrança

vila - vila

Não é saudosismo. É saudade.
A lembrança dos sábados de carnaval de minha infância se insinua sorrateira, generosa, alegre.

Minha avó Inah, folia de quatro costados, encomendava de meu pai pandeirinhos coloridos, máscaras inocentes, confete, serpentina e bisnagas que enchíamos de água com gotas de alfazema e chamávamos de lança perfume. Só mais tarde perdi a inocência e com ela o encanto de meus lança-perfumes domésticos.

Mamãe fazia bolinhos. Minha avó era louca por bolinhos. Papai comprava cerveja e guaraná. Tudo isto para, como diziam, varar a noite. Havia as noite dos Bailes de Gala do Municipal, do Monte Líbano, do Sírio e Libanês. Um deslumbre de reis, rainhas, faraós. Seres brilhantes, míticos, vistos entre um bolinho e outro. Sempre suspeitei que rei algum foi tão bem vestido quanto os reis de Clóvis Bornay e de Evandro de Castro Lima.

Havia também os desfiles das Escolas de muito samba, das Grandes Sociedades com seus carros a falar de outro tempo. Minha avó contava histórias de outros desfiles.

E comíamos bolinhos.A noite se urdia vagarosa em imaginação e bolinhos.

Mais tarde, já não ficava em casa. Havia o carnaval de rua, de dar a volta no coreto da Praça do bairro. Fantasias simples: cigana, havaiana. Coisas de cores e flores preparadas tais quais os bolinhos por mamãe claro, sob a assistência de vovó. Eu, demasiada, imaginava-me personagem. As tranças longas pediam puxões dos mais afoitos.

Ao voltar para casa, noite ao meio, sempre havia uns bolinhos tardios e uma avó carnavagando na poltrona, animada. Via com ela restinhos de desfile. Ia dormir ninada pelos sambas que hoje sei imorredorouros: Iluayê, Lendas e Mistérios da Amazônia, Iaiá do Cais Dourado. Chica da Silva, Tiradentes inundavam a noite sonho adentro.

Hoje, não tem mais bolinhos. Bem que tentei fazer, não têm o mesmo gosto. “ Não tem mais menina de trança”. Reis e rainhas foram decapitados pelo tempo. Vovó brinca carnaval no céus, com pernas renovadas, livres enfim do reumatismo e da poltrona onde presa, dançava. Canta quem sabe com Chiquinha Gonzaga, abrindo alas.

Não sei mais os sambas de cor, mas a Águia da Portela ainda faz meu coração dançar.

Beijos carnavalescos, Aninha.

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INSADI e CEO assinam acordo de cooperação

O Insadi e o CEO - Centro de Estudos Ornitológicos assinaram na data de hoje, através de seus respectivos Diretor-executivo Dieter Kelber e Presidente Maria Aparecida Visconti, acordo de cooperação para a realização conjunta ou isolada de ações de interesse das entidades signatárias, basicamente voltadas a Ornitologia, Observação de Aves, Educação Ambiental e a Responsabilidade Social.

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Entre os seus principais projetos conjuntos está a identificação de aves pela escuta de suas vozes para deficientes visuais e a orientação à empresas a criarem em suas instalações “mini-estações cológicas” para ampliar a sobrevivência das aves. Também faz parte do trabalho a desestimulação pela manutenção de animais silvestres como animais de estimação.

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Para a formalização do acordo participaram ainda Luis Fernando Figueiredo, Secretário Geral do CEO e Peter Mix, Consultor e Pesquisador do Insadi.

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Prestigiaram a celebração do ato diversos associados do CEO que aproveitaram para conhecer mais em detalhe as atividades do Insadi e suas instalações.

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Após o evento os participantes confraternizarem alegremente num almoço próximo ao Insadi.

Abraços e boa sorte a todos em mais esta iniciativa com foco na preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.

Dieter Kelber

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História de Andorinha

História de Andorinha

Ora, deu-se que ontem, fim de tarde, o céu em arrebatados matizes, vinha eu terminando minha caminhada diária, quando fui surpreendida por espetáculo de inefável beleza.
Como se sabe é verão.O verão tem a necessidade de muitíssimas andorinhas para ser tecido, em asas e luzes.
Ontem, ao fim do dia, as obreiras andorinhas, cansadas de dar realidade ao verão nosso de cada ano, esvoaçavam um tênue balé.Regidas por misterioso mestre , desenhavam finos, sutis arabescos no ar.Ouvindo a música das esferas, inaudível a ouvidos moucos, voluteavam, em harmonias diversas, surpreendentes.
Buscavam abrigo para os perigos da noite densa, que se insinuava entre nuvens ainda serenas.
Há na cidade onde moro, uma praça com graça, assaz diferente das praças sem graça.Esta é dotada de postes de fina luz, bancos bons de se sentar , canteiros de flores-ser e árvores de sombrear, abrigar.
Era entre os galhos destas vetustas senhoras, damas sisudas e virtuosas do reino das folhas dançantes, que as voláteis andorinhas buscavam abrigo.Grupos sonoros ,apressados, tomavam galhos como tardias jabuticabas semoventes.De repente, por brisa ou sopro de anjos, saiam em alada carreira.
Vencida pela mágica dança, sentei-me em banco periférico e fiquei ali, antes sentindo-me do que vendo as andorinhas.Meu olhar chamava-as vizinhas.Minha voz a nada se atrevia.
Espantou-me que pernas apressadas seguissem nas calçadas, que bocas ávidas falassem molhadas de cerveja num bar ao lado.
A praça era um espetáculo de saltimbancos a revelar mistérios.
As andorinhas, cúmplices, faziam nas ramas, a noite de verão, contavam segredos de outros verões e terras.
Fizeram-me lembrar outros encontros , em pedras de cachoeiras que sua dança tornava viva.
É gentil destino ser andorinha, fiandeira de luzes.
Uma semana feliz a todos,Aninha

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Sobre a coragem

aana - aana

Amigos, amigos,

desencavei esta pérola em cartas do Poeta. Advertência muitíssimo ponderada.

Um beijo feliz e destemido, Aninha.

“Quem tem mais medo da mudança do que da desgraça, não tem mais remédio do que conformar-se com a opção da desgraça”.

(Mário de Andrade)

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O dia em que conheci Lucilla

Há algum tempo, fui convidada para participar de um Treinamento de Liderança entre líderes de produção na Rede Globo de TV.
A alegria foi enorme. Mal podia acreditar. Lembro-me do primeiro dia. Na portaria do PROJAC, o coração batendo forte, descompassado e feliz.
O sorriso tranqüilizador da amiga que me acompanhava; a perfeita atitude da recepcionista.
Enfim, a apresentação do pequeno grupo: três meninas de diversas idades. Gente submetida ao estresse mais cruel que vi e, entretanto, feliz com o trabalho de cada dia. Foi um privilégio trabalhar com elas. Uma invasão de alegria.
Bem, lá se foi o tal treinamento seguindo seu ritmo. Os resultados pra lá de bons.Acostumada a trabalhar com grupos enormes, me sentia no céu, com a possibilidade de ouvir e olhar tão de perto e com calma e tempo.
O tempo passou a correr, a correr e precisávamos inventar um encerramento a altura.
Propus então: - por que não fazemos um almoço, fora daqui, bem no capricho e convidamos os diretores e, assim, damos conta à casa? Não foi preciso propor duas vezes.
–Vamos ver umas locações. Lá fomos! Já na primeira fiquei encantada.
Lugar longe, nas grotas do Recreio dos Bandeirantes. Beleza não anunciada por trás de muro e portão. Beleza que se insinua branda, leve, aos bocados. Lugar de fascínio.
Ao sairmos do carro, duas fadas disfarçadas nos abriram braços e casa. Um chalé cercado de mata atlântica ; o mar magnífico, soberaníssimo, lá muito embaixo.
A cozinha ao ar livre com piscina aos seus pés. Na cozinha, tudo o que se podia precisar. As fadas sorriam, prazerosas. Uma delas, sorria mais e mais doce. Rosto redondo, cabelos de cachinhos vermelhos. No colo, pousado em alegrias, um coração vermelho. Chamada Lucilla. Nome perfeito pra quem traz a Luz em si.
Não quis ir aos outros lugares. Aquele estava ótimo.
Todos riram. Acabava de escolher o Casulo, reino encantado onde reina um mago que há décadas nos fascina: Gracindo Júnior. Mago, feiticeiro, que pela palavra, pelo gesto, pelo olhar nos mantém a todos cativos. Mais feiticeiro que ele só o pai. O Velho Gracindo cuja voz ressoa ainda em minha alma falando da infância junto ao rádio.
As fadas risonhas são da família: esposa e irmã de Gracindo. Deyse e Lucilla.
Hoje, quero falar de Lucilla de quem descobri que sou irmã por parte do coração. Temos, inclusive uma jóia igualzinha, pendurada por corrente. Descobrir o fato nos uniu em risos claros.
Enquanto eu testava a cozinha para o grande dia, Lucilla ficou por ali, esvoaçando, fazendo surgir toda sorte de ervas de gosto e cheiro, colheres, facas, apetrechos. Debruçada na bancada, sorria em luzes e mel. Conversávamos. Nos re-conhecíamos. Contei-lhe história do pai ouvida de lábios amigos, meus e dela. Oh! Ohs! Surpresas!
Ficamos unidas pelas bênçãos do céus, do mar, do vento, dos temperos. Trocamos receitas, palavras, carinho.
Nos dias de preparativos e do almoço enfim muita coisa aconteceu. Coisas que vou contar com os vagares merecidos.
Trabalho abençoado aquele que trouxe, de invasão, gente inesquecívelmente amiga. Mesmo longe. Delaíse; Lili; Pat que já foi embora produzir celestiais eventos; Bel, que ficou mãe; Marília, toda verdade, sorriso e coração. Abençoado trabalho que fez dizer poesia junto com Garcindo. Eta atrevimento! Que me fez vagar pelos jardins de Deyse. Tomar café com pão feito por Lucilla.
A página hoje é especial de Lucilla, fada a me ensinar de longe virtudes e paciência.
Há tempos queria escrever estes seres. Só agora me abençoa os dedos o amor e gratidão que sinto por eles.
Agora, eles virão vindo. Pouco a pouco. Passo a passo. Toque a toque. Porque tudo vem a seu tempo.

Beijos, Aninha.

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NOVOS INTEGRANTES DO INSADI TEAM

O INSADI tem o prazer de comunicar os mais novos integrantes na sua equipe de consultores e instrutore:

- Carlos E. Pelosi - Gestão de Processos

- Christian R. Kelber, Dr.-Ing. - Desenvolvimento de novas tecnologias e produtos;

- Wilian Gatti Junior - Supply Chain

As nossas boas vindas aos três e votos de muito sucesso.

Dieter Kelber
Diretor Executivo
INSADI

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