SÃO PAULO SERÁ SEDE DO MAIOR ENCONTRO SUL-AMERICANO DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

14 de Setembro de 2008 @ 16:23 por Dieter Kelber

· “Não há sustentabilidade sem integração de processos” será o tema Business Process Day 2008

· Evento acontece nos dias 23 e 24 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, e 25, no Espaço Insadi

· Gestão, Inovação, Supply Chain e o papel dos Lidestores, executivos que unem características de líderes e gestores, serão outros assuntos apresentados

· O congresso é apoiado pelo governo do Rio Grande do Sul e por empresas como Banrisul, IBM, Oracle e Tetra Pak

· Compensação de Emissão de GEEs dos três dias de evento será feita por meio de reflorestamento em parque no interior de SP

Stembro de 2008 – De 23 a 25 de outubro, a capital paulista será sede do maior congresso sul-americano de gestão de processos de negócios, o Business Processes Day 2008. O evento trará análises, tendências e melhores práticas em gestão de pessoas no ambiente de processos, BPMS, SOA, supply chain, além de palestras temáticas e apresentação de cases.

Organizado pelo Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi – www.insadi.org.br), o encontro aposta no ineditismo ao trazer à tona o tema sustentabilidade e integração de processos e colaboração. A Responsabilidade Social Corporativa será um elemento imprescindível para o equilíbrio entre os desempenhos ambiental, social e econômico dos negócios neste século.

A compensação das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) dos três dias de evenyo será feita por maio de reflorestamento no Parque Insadi, em Presidente Epitácio, interior de São Paulo, em parceria com a ONG Apoena (www.apoena.org.br).

Além da sustentabilidade, o evento terá salas para discutir os temas Gestão, Inovação, Supply Chain e o papel dos Lidestores nas empresas.

Na sala Gestão, os novos conceitos e metodologias na gestão de processos de negócios serão apresentados com amplo foco estratégico e tático, combinando conteúdo conceitual e prático;

O espaço destinado à inovação trará novidades na área da Tecnologia da Informação voltada à Gestão de Processos de Negócios, com abordagem prática de temas como BPMS, SOA e IPv6.

O capital humano, a gestão de mudanças, a gerência de pessoas em ambiente de processos, o uso completo dos hemisférios cerebrais e a integração de pessoas e processos serão alguns dos destaques da sala “Lidestor”.

O ambiente dedicado às discussões do Supply Chain apresentará tendências relacionadas à administração de processos logísticos, modelos SCOOR, K.P.Is. indicadores de desempenho logístico, entre outros.

O Business Process Day conta com o apoio do Governo do Rio Grande do Sul e de empresas como Banrisul, IBM, Oracle, Tetra Pak, Kongress, Câmara Brasil Alemanha, Swedcham, World Trade Center - SP, Ruschel & Associados, Grupo Padrão, ONG Apoena, Versátil Comunicação e FTA Brasil Comunicação.

Informações: 11 3259 0505 Denise Rachel ou Regiane Campos Oliveira - www.businessprocessday.com.br

Conto com a presença de todos.

Grande abraço e uma excelente semana.

Dieter Kelber

PARQUE INSADI, MAIS QUE UM SONHO, UMA REALIDADE !!!

30 de Agosto de 2008 @ 22:43 por Dieter Kelber

Inaugura    oP 1 - Inaugura    oP 1

No último dia 21 de agôsto o projeto de criação do Parque INSADI em Presidente Epitácio começou a se tornar realidade. Com a instalação da placa comemorativa de sua inauguração, uma área de aproximadamente 5ha receberá 10.000 mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atântica do Interior. Para tanto serão usadas 80 espécies diferentes conforme legislação ambiental em vigor.

Assim, o acordo de cooperação que foi assinado entre o INSADI e a APOENA passa a realidade. Uma parcela dos recursos arrecadados com o Business Process Day 2008 servirá para a plantação de uma primeira leva de mudas, que muito mais de terem como objetivo a neutralização dos efeitos dos gases no aquecimento global, irão contribuir de sobremaneira para a recuperação dos corredores da biodiversidade local.

Contando com a presença do Presidente da Apoena, Djalma Weffort, plantamos uma série de mudas, iniciando assim o processo de reflorestamento. Todos os participantes do Business Process Day 2008, congressistas e patrocinadores, receberão um certificado relativo a parcela reflorestada decorrente do projeto de compensação da geração dos gases de efeito estufa prevista para o BPD2008, conforme sua gestão socioambiental.

Se você quiser contribuir com esse projeto entre em contato conosco.

Abraços e uma excelente semana.

Dieter Kelber
Diretor Executivo

www.businessprocessday.com.br

26. Fórum Brasileiro de Processos - 30 de julho de 2008

23 de Julho de 2008 @ 11:52 por Dieter Kelber

TEMA: CADEIA DE VALOR E ESTRATÉGIA

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DIÁLOGO PARA A MATA ATLÂNTICA VAI A CAMPO POR THADEU MELO

21 de Junho de 2008 @ 22:01 por Dieter Kelber

A APOENA, aliada e gestora do Parque INSADI em Presidente Epitácio, através de seu dirigente Djalma Weffort, participou do V Encontro Nacional do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, realizado entre os dias 11 e 13 de junho passados, em Brasília. Leia os aspectos mais importantes:

DIÁLOGO PARA A MATA ATLÂNTICA VAI A CAMPO
Rio de Janeiro, 16 de junho de 2008
Encontro entre empresários e ambientalistas dá ponta-pé para realização de ações concretas de proteção e restauração florestal no bioma

Representantes de 12 empresas de base florestal e de 15 organizações ambientalistas, entre elas a APOENA, estiveram reunidos entre os dias 11 e 13, em Brasília, para o V Encontro Nacional do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica. O evento marcou o início da segunda fase do Diálogo, estabelecido em 2005 face à importância dos remanescentes florestais localizados nas propriedades das empresas, principalmente nas do setor de papel e celulose.

5EN DFMA BSb - 5EN DFMA BSb

Nas próximas semanas serão inaugurados fóruns regionais que levarão a campo, em sete áreas prioritárias, as diretrizes nacionais para realização de ações concretas para proteção de remanescentes florestais e restauração do bioma. O setor de base florestal é detentor de mais de 1 milhão de hectares de terras onde não são feitos plantios homogêneos de espécies exóticas como pinus e eucalipto. Além desse território, a iniciativa também tem potencial para influenciar milhares de proprietários de terra, fornecedores de mais de 20% da matéria-prima utilizada pelo setor.

Entre as diretrizes apontadas durante o encontro estão o fortalecimento e a valorização das equipes de meio ambiente das empresas, a proteção física das áreas de remanescentes e o compartilhamento de dados ambientais para formação de um protocolo comum de monitoramento da conservação da biodiversidade. O grupo também se comprometeu a buscar mecanismos capazes de incentivar os proprietários rurais dispostos a adequar ambientalmente suas terras, além de promover capacitação para os vários atores envolvidos no processo de valoração de serviços ambientais, incluindo as populações de entorno.

“As instituições estão todas animadas e acreditando cada vez mais umas no trabalho das outras”, diz Miriam Prochnow, secretária-executiva do Diálogo. Para ela, o fato de que todos se comprometeram a cuidar melhor das suas áreas para que, de fato, elas sejam conservadas, pode ser um estímulo para que outros setores que têm ativos florestais façam o mesmo, especialmente, porque não é possível criar unidades de conservação em todos os remanescentes.

“Na Mata Atlântica, a gente sabe que todos os fragmentos são importantes e contribuem para a manutenção do equilíbrio ambiental e da biodiversidade”, complementa Miriam.

“Este tipo de fórum é fundamental para estabelecer marcos referenciais. Enquanto eu vou demonstrar para você a complexidade da questão econômica, você vai me mostrar a complexidade da questão socioambiental, e, assim, a gente consegue visualizar a realidade de forma ampla e concreta”, esclarece João Augusti, gerente de meio ambiente da Votorantim Papel e Celulose.

Além de trazer benefícios para a paisagem florestal do bioma, a aplicação das diretrizes do Diálogo deverá trazer impactos positivos também para o setor de silvicultura. “Quanto mais próximos os plantios florestais estão das matas nativas, maior o equilíbrio ecológico, menos ataques de pragas, maior produtividade, em uma menor área de plantio”, explica Luciano Lisbão Jr., gerente de meio ambiente e segurança florestal da Aracruz Celulose.

Para Miguel Calmon, diretor do programa Mata Atlântica da The Nature Conservancy, o espaço de diálogo está se consolidando como uma das iniciativas mais inovadoras já realizadas no bioma. “A execução de ações concretas em campo vai fortalecer o diálogo e influenciar agendas e compromissos assumidos pelo Brasil com relação à biodiversidade e às mudanças climáticas”, diz Calmon.

No encontro também foi ratificada a definição de 13 diretrizes para as empresas que fomentam a silvicultura entre proprietários rurais. A partir de agora, todas deverão incluir algumas salvaguardas socioambientais em seus contratos com fomentados, condicionando seu apoio a contrapartidas que deverão ser cumpridas pelos proprietários. As empresas também se dispõem a atuar de forma integrada, com relação ao meio ambiente, nas áreas onde possuem operações florestais geograficamente próximas umas das outras.

Outro resultado importante da reunião foi a inclusão oficial do bioma Pampa na área de atuação do Diálogo. Com isso, o fórum passa a se chamar Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa. “A decisão é uma resposta à demanda conjunta da sociedade civil e das empresas que atuam no Rio Grande do Sul, como uma forma de buscar o equilíbrio entre a conservação ambiental e o desenvolvimento dos negócios de base florestal no extremo sul do país”, explica André Guimarães, diretor executivo do Instituto BioAtlântica.

Todas as diretrizes definidas no encontro deverão ser implementadas em nível regional nas áreas de plantio no sul e extremo sul da Bahia, norte do Espírito Santo, vale do Rio Doce (MG e ES), vale do Paraíba (SP), e em regiões específicas dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Texto: Thadeu Melo (comunicacao@bioatlantica.org.br)

Não há sustentabilidade sem integração de processos e colaboração. Saiba mais em www.businessprocessday.com.br

Uma boa semana para todos e não esqueçam de refletir sobre o papel do LIDESTOR nas empresas.

Abraços

Dieter Kelber

ALINHAR PRÁTICAS DE PROCESSOS É UMA QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA PROFISSIONAL

2 de Junho de 2008 @ 15:07 por Dieter Kelber

Press Release: TI/ Agenda/ Empresas/ Negócios

• Cada vez mais, empresas procuram lidestores, profissionais que aliam características de liderança e gestão
• O Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi) promove o 25º Fórum Brasileiro de Processos, no próximo dia 12 de junho

Junho de 2008 – Cada vez mais adeptas da gestão de processos apoiada em conhecimento e aprendizagem, as corporações estão procurando executivos lidestores, ou seja, capazes de equilibrar a criatividade de um líder com a eficiência e eficácia de um gestor.

O diretor-executivo do Instituto Avançado de desenvolvimento Intelectual (INSADI – www.insadi.org.br), Dieter Kelber, explica que lidestor é o executivo que soma, por exemplo, a criatividade de um líder com a eficiência e eficácia de um gestor. Ou, ainda, profissionais que saibam planejar como um gestor e tenham uma visão do todo como um líder. “Já não é mais possível pensar e agir de forma segmentada. É preciso somar conhecimentos, habilidades, motivações, usar todos os sentidos e todo o potencial do nosso cérebro.”

Com o objetivo de discutir temas como o perfil do lidestor, a gestão de processos, a tecnologia e a questão dos relacionamentos entre pessoas e o ambiente de trabalho, promove no próximo dia 12 de junho, a partir de 8h30, o 25º Fórum Brasileiro de Processos.

Dividido em três partes, o fórum conta com uma apresentação sobre os gestão de projetos de processos em Iniciativas Lean Office, ministrada pelo líder de Processos da AstraZeneca do Brasil, Marcelo Massafera. Carlos Pelosi, gerente de projetos da KF Business Consulting, fala sobre os desafios nos relacionamentos. Dieter Kelber mostra qual é o perfil do lidestor e discute se TI pode ou não ser entendida como área de processo.

O diretor-executivo do Insadi conta que a idéia do fórum é facilitar a discussão de temas relevantes, envolvendo soluções para os problemas de alguns segmentos de mercado, melhores práticas setoriais, padrões de performance, linguagens descritivas e de modelagem, e metodologias correspondentes. “O evento endereça questões específicas dos diversos segmentos de mercado, tais como SOA, BPMS, Supply Chain, Compliance, ERP, CRM, KM, BI, Gestão de Mudanças, SCM, BAM, entre outras, observando a modelagem, o desenvolvimento, a execução, a manutenção e a otimização de processos.”

Serviço:

Evento: Fórum Brasileiro de Processos - O Profissional de Processos
Data: 12 de junho
Horários: 8h30 às 12h30
Local: Insadi - Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual
Endereço: Bela Cintra, 967 cj 81 – São Paulo SP
Informações e inscrições: Denise Rachel (11) 3259-0505 ou denise.rachel@fbp.org.br

Sobre o Insadi – (www.insadi.org.br)
Completando sete anos de fundação, o Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual (Insadi) é pioneiro e líder na divulgação e disseminação da Gestão de Processos no Brasil. Com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), a entidade realiza cursos, treinamentos, programas de desenvolvimento e consultorias da sua unidade Business Processes School, coordena e promove as atividades do Fórum Brasileiro de Processos (FBP) e organiza o evento anual “Business Process Day”. Já a sua unidade Human Excellence promove trabalhos na área comportamental, onde usando a metodologia TAR desenvolve o alinhamento entre as competências técnicas e as de atitude, alinhando assim processos e pessoas.
Para o diretor-executivo do Insadi, Dieter Kelber, o principal propósito do trabalho é mostrar que a gestão de processos não se restringe à tecnologia, como costuma ser vista por outras áreas. “Pelo contrário, como o seu próprio nome diz, ela envolve processos de negócios, que abrange não só TI, mas todas as áreas envolvidas com o atendimento às necessidades dos clientes: marketing, vendas, RH, logística, finanças etc. “E os profissionais de processos de negócios são os responsáveis por facilitar a integração dessas atividades”, considera.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO INSADI
Versátil Comunicação Estratégica – www.versatilcomunicacao.com.br
Silvio Tanabe (silvio@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 6832-5509
Guilherme Batimarchi (guilherme@versatilcomunicacao.com.br) – Tel.: (11) 6832-5502
Thiago Pugliesi (thiago@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 6832-5505

GESTÃO DE PROCESSOS BASEADA EM RISCOS E OPORTUNIDADES

29 de Maio de 2008 @ 17:17 por Dieter Kelber

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25. FÓRUM BRASILEIRO DE PROCESSOS - TEMA: O PROFISSIONAL DE GESTÃO DE PROCESSOS

23 de Maio de 2008 @ 21:10 por Dieter Kelber

convite25p - convite25p

Para maiores informações clique aqui

E você está preparado para ser um Lidestor ?

Abraços e um bom fim de semana

Dieter Kelber

Fazer cozido; ser consultor !

18 de Maio de 2008 @ 12:52 por Aninha

aana - aana
Estive durante toda a manhã envolvida em uma tarefa que muito prazer me deu. Estava criando um cozido. Atentem para a escolha do verbo. Criando disse eu; não fazendo ou cozinhando apenas. Gosto muito de criar pratos como este que são autênticos desafios. Para fazê-los são necessárias muitas competências. É preciso classificar, analisar, reunir, distribuir e tantas outras. É preciso, sobretudo, possuir uma infável competência a qual o nosso povo em sua singular pontaria denomina “ ter mão.”

Enquanto cozinhava, lembrei-me muito de minha avó: emérita cozinheira. Mulher de inefáveis saberes. Quando fui tomando interesse pela nobre tarefa de aplacar a fome com enegenho e arte, muitas vezes perguntei à fada mor de nossa família como fazer este ou aquele prato. Quase analfabeta, vovó não possuia caderno de receitas. Sabia tudo de cor. E dizia: é fácil; vou ensinar. Mexia-se com a pompa simples de uma bailarina na cozinha entre fogão à lenha, mesa comprida e lutrosa , colheres de pau, vasilhas herdadas. E quando terminava a comida dizia gloriosa: viu? É fácil. E eu, pobre de mim, tentava reproduzir-lhe gestos, medidas, provares. Em vão. Nunca saía igual. Faltava-me a “mão.”

A conquista da “mão” na cozinha foi para mim árdua. Foi um processo lento saber que a mão sabe a medida de sal e pimenta; que a mão sabe antes do olho e do garfo o ponto de cozimento, a temperatura, a consistência. Que a “ mão” dá vida as proteínas, gorduras, açúcares; é a “ mão” que organiza nas fartas do cozido as coisas por assuntos bem dispostos, inebriantes, sedutores.

Hoje, quando servi o cozido, os amigos maravilhados, louvara-me a “ mão.” Fiquei faceira. Um deles me perguntou se não sinto conflito entre ter “mão cheia” na cozinha e meu ofício de consultora na área de Treinamento e Desenvolvimento.

Espantei-me de fato. Conflito nenhum. Um bom consultor é muito parecido com um cozinheiro. Assim como um cozinheiro precisa ter ”mão” para criar da matéria bruta pratos que alimentem o corpo e encantem o paladar, um consultor precisa trazer à mente o fascínio do conhecimento.

Uma vez, vovó ensinou-me que com os mesmos ingredientes que se faz um baquete, se faz uma lavagem. Questão se ter mão. Ou como ela dizia, capricho.

No mundo corporativo, muitas vezes nos deparamos com o fato lamentável de treinamentos que se gastou tanto tempo, energia, dinheiro, serem inconclusivos, ineficazes e outros “ins”.

Quer dizer, são tão ruins como comida insosa, como caldo ralo e requentado. Treinamento que não seja instigante, que leve a pensar, que, enfim, não transforme, é como comida insípida, inodora e sem sabor.

Treinamento bom é o que desafia a mente a ver/ ver-se; que instiga a mente. Alia conhecimento, sentimentos, percepções e sensações. É refeição completa para o Ser.

Bem, enfim, quer dizer, alguém aí quer um cozido? Ou um treinamento? Sem conflito, sem conflito.

Beijos, Aninha, fada peregrina.

Nem “luxemburgos” nem “parreiras”. As empresas precisam de mais “felipões”.

18 de Maio de 2008 @ 00:53 por Dieter Kelber

dknewp - dknewp
Responda rápido, qual seria o treinador de futebol ideal para conduzir uma empresa? As opções são muitas e os critérios de escolha são extremamente subjetivos. Para ajudar a decisão, sugiro o nome de três profissionais, aparentemente bem-sucedidos: Vanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto Parreira e Luiz Felipe Scolari, o Felipão.

As similitudes entre o futebol e a vida corporativa são evidentes, sobretudo em relação à necessidade de motivação constante, a preconização do trabalho em equipe para o alcance das metas, a constante preocupação com números/resultados obtidos, as estratégias, entre outras.

Por este motivo, e aqui não cabe nenhuma discussão sobre as conquistas de cada um dos citados, meu escolhido seria Felipão! O treinador gaúcho sabe trabalhar com a “cabeça e o coração” – o racional e o emocional - conforme os cenários exijam ciência ou arte (ou os dois ao mesmo tempo). Desta forma, ele pode ser caracterizado como um genuíno Lidestor. Um líder com uma imensa capacidade de gerenciamento.

Carlos Alberto Parreira pode ser visto como um líder com perfil para comandar ou coordenar um grupo. Indubitavelmente, o treinador carioca tem carisma, sabe se comunicar com maestria, parece saber ouvir o que os seus subordinados têm a dizer e, com paciência e compreensão, absorver críticas e sugestões e aplicá-las. Mas seus macroresultados serão tão bons assim?

Vanderlei Luxemburgo tem o perfil de gestor à moda antiga, do tipo “Eu penso, você executa“. Centrado na produção e na obtenção de resultados rápidos, em equilíbrio com um ambiente sempre extremamente motivador e com estímulo à inovação e flexibilidade, sempre acreditando estar agregando valor. Volta a perguntar: seus macroresultados seriam tão bons assim?

Por outro lado, Felipão é a personificação do “Lidestor” , conjuga o melhor do líder Parreira e do gestor Luxemburgo. O técnico gaúcho é intuitivo, inovador, tem a capacidade de gerir todos os processos, é extremamente dedicado ao grupo e pode ser definido como um holista. Sabe ouvir, controlar, orientar, planejar, dar “feedback”, delegar, corrigir, tomar decisões, motivar, trabalhar em e com equipes. Dedica-se para o sucesso do tudo e de todos, desenvolve as pessoas e tem talento social; mas, não se distancia dos resultados. Sabe bem que uma boa estratégia e a gestão eficiente das regras do negócio são fundamentais.

Além da sensibilidade aguçada, Scolari é muito dedicado ao coletivo e não se acanha em aprender a aprender, aprender a aprimorar, aprender a reaprender, aprender a recomeçar, aprender a ensinar e, assim, fomentar a melhoria contínua. E, é bem visível a sua preocupação com os resultados. Sempre coerentes e reais.

No ambiente de trabalho, assim como na vida corporativa, é fácil identificar “Parreiras” e “Luxemburgos”. Há profissionais que são claramente líderes. Incentivam, cativam, reconhecem, orientam e organizam a equipe, mas são péssimos em administrar prazos e verbas, e principalmente resultados. Por outro lado, há os fantásticos “tocadores de projetos”, comandando centenas de pessoas com a precisão de um relógio, mas sem a mínima sensibilidade em relação aos seus subordinados. E, no fim, os alcançados resultados serão destruídos pelos custos que os “mortos e feridos deixarão no caminho”.

Com a inserção cada vez maior das empresas no contexto do desenvolvimento econômico e da sustentabilidade, são cada vez mais necessários os Felipões, ou “lidestores” , pessoas que aliem a criatividade dos líderes com a eficiência e a eficácia dos gestores. Ou ainda, pessoas aptas a planejar como gestores, mas com a visão do todo, como os líderes intuitivos.

Vale ressaltar que a afirmação “a eficácia organizacional não está no conceito obtuso denominado ‘racionalidade’; ela reside na mistura de uma lógica cristalina com uma intuição poderosa”, do conceituado professor Henry Mintzberg, Ph.D. em administração empresarial pela MIT Sloan School of Management e considerado um dos mais importantes gurus mundiais da estratégia, corrobora minha preferência por Felipão! E você? Opta por quem?

Uma boa semana

Dieter Kelber

Programa Querela da All TV

11 de Maio de 2008 @ 00:03 por Dieter Kelber

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Na semana passada estivemos novamente no programa Querela da All TV, levado ao ar toda quinta-feira as 22.00hs. Desta vez levei junto a Aninha, a fada peregrina. O assunto foi a motivação. E, unanimente concluímos que é preciso gostar daquilo que se faz. Fácil ? Bem… que a banda que esteve no programa que o diga…a Tinta Preta.

Aliás, quem quer saber mais sobre a banda, é só acessar http://www.myspace.com/tintapreta

Como não podia deixar de acontecer, até porque fica cada vez mais cristalina a necessidade, acabamos falando do Lidestor. Parece que a unanimidade aumenta cada vez mais de que o que as empresas e o mundo precisa são de Lidestores e não de pessoas que sejam apenas líderes ou gestores. Você o que acha ?

Grande abraço e uma excelente semana

Dieter Kelber